Afinal, qual solução de cloud computing é a melhor para você?

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O uso de cloud computing está cada vez mais presente nas pautas de discussão das empresas.

A transformação digital tem feito com que uma grande parcela do mercado opte pela adoção desse tipo de serviço, se beneficiando de acordo com o modelo de nuvem que melhor atende às necessidades de cada negócio.

Entretanto, na área de TI, esse assunto envolve diversas questões que precisam ser respondidas. Para fazer a escolha certa, é preciso considerar algumas características específicas do serviço que sua empresa busca.

Pensando nisso, mostraremos aqui quais são os tipos de solução de cloud computing e como identificar o que melhor atende às suas necessidades e estratégias de negócio. Confira!

As soluções de cloud computing mais utilizadas

Ao contrário do que muitas pessoas acreditavam há alguns anos, a nuvem representa uma tecnologia muito mais poderosa do que um simples sistema de armazenamento online de arquivos. São diversas funções que vão desde a infraestrutura de TI até o desenvolvimento de softwares.

Isso significa que o cloud computing tem muito a oferecer não só para o setor de TI, mas para o negócio como um todo. Em um mundo no qual o ambiente digital gera tanto valor para uma marca, é preciso colocar a tecnologia para trabalhar a seu favor e garantir o crescimento da empresa.

A seguir, entenda a diferença entre cada solução e avalie qual melhor se encaixa na dinâmica interna de sua empresa.

Infrastructure as a Service (IaaS)

Uma das soluções de maior destaque atualmente é a IaaS, ou Infraestrutura como um Serviço. O motivo é que ela representa um modelo completo de infraestrutura, tornando possível que a empresa transfira seus sistemas quase que totalmente para a nuvem.

Para entender melhor, é interessante dar uma olhada nas suas possibilidades.

O IaaS permite, por exemplo, a hospedagem de um ERP completo na nuvem. Não só o armazenamento dos arquivos relacionados ao sistema, mas a infraestrutura completa, incluindo rede, load balancer, backup e demais recursos.

Em vez de investir amplamente em equipamentos e aplicações internamente, você conta com todo o suporte do fornecedor do serviço para mantê-lo operando de forma ininterrupta.

O mesmo se aplica para sistemas de e-commerce, CRM e hospedagem de sites, por exemplo.

Em geral, o modelo é implementado com um custo sob demanda, algo que o torna ainda mais atrativo, financeiramente falando. O fornecedor mantém os equipamentos e a sua equipe de TI gerencia as aplicações necessárias para manter a estrutura em funcionamento.

A redução de custos, aliás, é um dos fatores que mais pesam na hora da decisão. A migração para um sistema de IaaS costuma trazer resultados rapidamente, reduzindo as despesas com a manutenção da infraestrutura e possibilitando que a empresa invista em outros recursos para valorização do negócio.

Software as a Service (SaaS)

O Software como um Serviço, ou SaaS, é uma solução em nuvem que visa fornecer um determinado software no formato de contratação mensal recorrente, ao invés do antigo modelo de aquisição de licença perpétua. Essas aplicações são hospedadas na nuvem, ou seja, não requer instalação em computadores locais e, em geral, a infraestrutura de servidores que hospeda o software é gerenciada pela própria empresa fornecedora.

Esse é um dos modelos de negócio que mais crescem no mundo. Hoje em dia podemos encontrar centenas de soluções SaaS disponíveis no mercado, que vão desde um software para gerenciamento de campanhas de marketing até um avançado sistema de ERP e CRM para grandes empresas.

Certas operações da empresa ganham em agilidade e o custo é reduzido, em comparação com um cenário onde um software é hospedado em infraestrutura 100% interna.

Platform as a Service (PaaS)

Com foco mais específico em desenvolvedores de softwares, o modelo de Plataforma como um Serviço, ou PaaS, oferece um ambiente virtual que facilita o gerenciamento das streamlines dos projetos.

Com programadores e gestores trabalhando em um único ambiente online, a integração de versões ganha em agilidade e organização, reduzindo as chances de falhas e aumentando a produtividade de todo o time.

Além disso, é possível contar com softwares de desenvolvimento rápido, que oferecem modelos específicos para certos aspectos das aplicações — algo muito útil para a criação de aplicativos de smartphones, por exemplo.

Nuvem híbrida

Em muitos casos, as necessidades de uma empresa apontam para mais de uma direção. Isso não significa que é preciso sair perdendo de algum lado. Uma das maiores vantagens do cloud computing é a possibilidade de ajustar o serviço para a realidade de cada empresa.

Se uma empresa, por exemplo, pode se beneficiar mais de certas características da nuvem pública, porém sem deixar de lado um espaço privado para rodar softwares com licenças próprias, em conjunto com uma infraestrutura de hardware separada, a nuvem híbrida é a melhor solução.

Ela une algumas particularidades de cada modelo de cloud para formar um serviço sob medida para sua empresa.

Como identificar a melhor solução

Em primeiro lugar, é fundamental responder a uma questão: quais são as necessidades específicas da sua empresa?

Esboçar uma ideia geral daquilo que a empresa precisa é o primeiro passo para, em seguida, levantar os pontos específicos a serem solucionados.

Com essas informações colocadas no papel, é possível ir adiante e desenvolver um plano de ações. Nele, as questões levantadas devem ser avaliadas levando em consideração as possibilidades da empresa e o planejamento a longo prazo.

Pode parecer algo abstrato. Por isso, vamos nos aprofundar um pouco mais, utilizando como referência as características de cada modelo e o que as empresas têm feito atualmente.

IaaS como tendência para o futuro

Imagine uma empresa da década de 80 que possuía 200 funcionários com máquinas de escrever em um grande escritório e, de repente, passou a ser surpreendida pela concorrência que trabalhava com computadores interconectados.

Nesse cenário, além das mudanças radicais na comunicação interna do negócio, o armazenamento de arquivos também passou por uma completa revolução.

Mesmo que aos poucos, de acordo com sua capacidade de investimento, os gestores sabiam que seria necessário substituir completamente a tecnologia utilizada. Armazenamento de arquivos, comunicação interna, criação de documentos e outros recursos, por mais que fossem diferentes, dependiam da mesma infraestrutura tecnológica.

Não é preciso dizer o que aconteceu com o uso de máquinas de escrever e arquivos de documentos impressos nos últimos vinte anos.

O que as empresas já começaram a perceber é que o mesmo deve ocorrer com a infraestrutura física de TI. Com o tempo, a tendência é que ela seja totalmente transferida para a nuvem.

Por isso, é interessante ter o IaaS em mente, mesmo que seja como um plano a ser implementado de forma gradual. Faça uma avaliação dos recursos que podem ser transferidos para a nuvem em um primeiro momento e dê prioridade a eles. Em alguns casos, isso pode ser uma questão de urgência!

Com um planejamento inteligente, a tecnologia vai suprindo as necessidades da empresa ao longo do caminho, tornando a nuvem a responsável por toda a infraestrutura de TI.

Faça uma análise em sua empresa e implemente a solução de cloud computing que mais se ajuste a ela, mantendo a competitividade do negócio no mercado!

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Saiba porque seus fornecedores devem ser seus parceiros de negócio

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A área de Tecnologia da Informação (TI) das empresas já não é mais apenas um setor de apoio. Hoje em dia, as equipes de TI podem atuar na estratégia corporativa com o uso de novas tecnologias capazes de promover a eficiência e a qualidade dos serviços ofertados pelas organizações no mercado. 

Nesse cenário, desenvolver parcerias flexíveis e próximas com fornecedores de TI tem se tornado uma grande tática de negócio.

Para que esse relacionamento tenha sucesso, o fornecedor de TI deve ser escolhido com o mesmo cuidado que envolve a contratação de um funcionário, afinal, ele terá bastante interação com as equipes de trabalho e contribuirá para o bom desempenho das atividades da área.

Cada empresa tem sua particularidade, por isso, levar em consideração a experiência no setor do negócio é fundamental para escolher fornecedores capazes de atender as demandas de maneira flexível.

No post de hoje, você entenderá melhor a importância dos fornecedores de TI para o desempenho de um negócio e como se dá essa relação de parceria. Acompanhe!

A importância do fornecedor de TI para o sucesso do negócio

As organizações adquirem de seus fornecedores todos os equipamentos e serviços necessários para dar continuidade às suas atividades.

Naturalmente, esses instrumentos podem impactar, de forma positiva ou não, a qualidade dos serviços prestados, sejam eles internos ou voltados para o consumidor final. 

Devido a importância dos fornecedores de TI para o sucesso do negócio, o melhor caminho para minimizar resultados negativos é formar um time de empresas parceiras com alta certificação.

Para o gestor de TI, identificar e selecionar bons fornecedores é uma questão de sobrevivência da empresa, especialmente no mercado tecnológico, afinal, ele envolve questões relacionadas à segurança das informações, agilidade nas operações e redução de custos.

Os níveis de padrão de qualidade exigidos no mercado são cada vez mais altos. Por este motivo, o processo de seleção e qualificação de fornecedores precisa ser cada vez mais eficaz para garantir a redução do maior número de erros.

Como selecionar um fornecedor de TI

Para contratar fornecedores que assegurem um serviço de qualidade, assessoria e suporte flexível é fundamental investigar as competências dos fornecedores de acordo com três aspectos:

  • produtivos;
  • financeiros;
  • mercadológicos.

Além disso, no setor de TI é essencial que o fornecedor seja bem conhecido pela empresa.

Nos casos de Data Center Virtual, por exemplo, em que toda a infraestrutura da empresa fica armazenada em nuvem, caso o fornecedor tenha qualquer tipo de problema, toda a empresa sofrerá, afinal, sua infraestrutura e demais dados estarão no provedor.

Sendo assim, ter conhecimento do potencial e das restrições dos fornecedores de TI propicia um processo de negociação não voltado apenas para concorrência de preços, mas, também, de diversas características como flexibilidade, fácil acesso e qualidade nos serviços de consultoria.

O papel do fornecedor de TI

Cada vez mais as exigências dos clientes aumentam, procurando produtos e serviços de qualidade que também proporcionem uma redução nos custos da empresa.

Essas premissas forçam os fornecedores a desenvolverem produtos e soluções que atendam e superem as expectativas do consumidor, proporcionando competitividade da empresa e fomentando sua sobrevivência no mercado de TI.

As soluções oferecidas pelo fornecedor de TI não podem somente satisfazer requisitos mínimos, mas, sim, excedê-los, estabelecendo novos padrões de qualidade tecnológica.

Hoje, uma falha na conexão de Internet pode trazer enormes prejuízos, mesmo que por um período mínimo de instabilidade. Nesse cenário, os fornecedores possuem também o poder de alavancar a empresa no mercado ou deixá-la para trás.

Em momentos de crise, por exemplo, o fornecedor ainda precisa estar disponível para atender e a reagir ao problema, pois a produtividade do negócio pode ser colocada em risco.

Sendo assim, é papel do fornecedor parceiro:

  • atuar como suporte na resolução de problemas;
  • propor soluções capazes de reduzir significativamente possíveis prejuízos;
  • oferecer a vantagem de direcionar a parceria;
  • visar a construção de uma relação colaborativa e duradoura com a empresa.

Para que o fornecedor de TI tenha condições de atender de forma única e particular as demandas corporativas, será preciso que ele tenha uma boa capacidade para gerir seus clientes, ou seja, saber entender as demandas da empresa e saber exatamente como agir e o que oferecer.

É importante explicar também que o papel do fornecedor no negócio da empresa pode ser direto ou indireto.

O aumento na capacidade de gerir mais clientes por meio de seu provedor atua diretamente na satisfação do consumidor. Por outro lado, proporcionar soluções técnicas ao negócio da empresa pode atingir indiretamente os clientes, até mesmo beneficiando-os.

Atuação estratégica do fornecedor de TI

O fornecedor de TI interfere em todo o ecossistema tecnológico de uma organização.

No topo dessa pirâmide estão os grandes fabricantes, capazes de criar tendências e padrões que se estendem para todo o ecossistema. Basta que uma nova tecnologia lidere de forma significativa o segmento para que se estabeleça novos padrões de uso e qualidade, rapidez e agilidade na comunicação e interface dos softwares existentes.

Geralmente, as tecnologias disponíveis são consideradas mais abrangentes e, por isso, conseguem grande penetração no mercado. Para resolver esta dificuldade, as empresas precisam de fornecedores com alta flexibilidade e que conheçam profundamente o negócio de seus clientes, oferecendo soluções para demandas específicas.

Em um mercado extremamente competitivo, fornecedores que proporcionam o desenvolvimento de extensões ou módulos aplicáveis ao seu negócio em complementação às soluções dos grandes fabricantes passam a ter um papel fundamental na estratégia das empresas, atuando como agregadores de valor à instituição.

Nesse novo cenário, a atuação do fornecedor de TI está sendo revista. Isso significa uma mudança nas parcerias, na forma de desenvolver e gerenciar as soluções de TI.

Certamente, essa é a mudança mais radical que a área de TI já sofreu, representando o início de parcerias mais maduras, próximas e que de fato respondam as necessidades de um ecossistema de TI em evolução.

Se você ficou interessado no assunto e quer saber mais sobre gestão de TI, entre em contato conosco. Você ficará por dentro do que há de melhor no mercado e saberá como alcançar os melhores resultados no seu negócio!

Passo a passo para fazer uma migração para a nuvem

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Para mover uma infraestrutura de TI para a nuvem com sucesso, é necessário dedicação a pesquisa e uma abordagem reflexiva. Seu negócio pode se beneficiar enormemente com a migração para cloud, principalmente em termos de velocidade, eficiência e custo, mas precisará seguir um planejamento bem definido para não colocar em risco a perda de dados e sistemas no processo.

Este post tem como objetivo fornecer os principais passos que você deve dar para assegurar uma migração bem-sucedida. Aproveite as dicas e eleve o patamar produtivo do seu negócio.

1. Certifique-se de que as partes interessadas estejam envolvidas

Migrar uma infraestrutura de negócios para a nuvem exige muita seriedade e todos os profissionais envolvidos no projeto devem fazer parte do planejamento e execução. Além disso, como coordenador do projeto, você precisa garantir que eles se entendam e reconheçam bem o papel deles em cada processo.

Para garantir um grau de envolvimento mais alto é bom explicar por que a organização optou por migrar seus dados e sistemas para a nuvem e como isso será positivo também para eles.

2. Pense em como os processos serão executados

Grande parte do planejamento de migração para nuvem envolve reflexão. Aliás, o pensamento de forma holística é o que ajuda a gerar ideias e formar um plano mais coeso e seguro.

Então, pense em como os processos que são executados hoje, passarão a funcionar no ambiente online. Ou seja: haverá modificações na estrutura dos processos? Eles serão executados como planejado? Como os serviços prestados pela sua empresa serão afetados?

Faça essas perguntas a si mesmo e busque respostas com os profissionais envolvidos no projeto e também com o provedor de cloud computing.

3. Determine o que será migrado para a nuvem

Você precisa avaliar a sua infraestrutura de TI atual para considerar de maneira estratégica o que deve funcionar na nuvem e o que pode continuar offline.

Aplicativos, softwares, dados e outros ativos de TI devem ser considerados nessa análise e ajudar você a tomar uma decisão sobre o que pode ser migrado para a nuvem e o que não precisa, bem como o que pode esperar para ser migrado em outro momento.

4. Planeje a migração para nuvem com cuidado

Agora que você já tem um mapa mental contendo as melhores ideias sobre como a migração para cloud vai acontecer, o próximo passo é planejar cada etapa, sendo detalhista e documentando o planejamento. Veja o que considerar:

  • liste os profissionais envolvidos no projeto;
  • defina as responsabilidades de cada profissional;
  • aponte o que será migrado, quando e como;
  • descreva as formas de controle e monitoramento;
  • estabeleça limites de tempo (prazos).

5. Considere um plano de migração por etapas

Organizar uma migração para nuvem por etapas, permite que você elimine a necessidade de interrupções no negócio durante o processo. Mesmo que seja necessário paralisar as operações, isso deve ser rápido e afetar apenas um ou alguns poucos setores da empresa.

Então, mova uma área do negócio de cada vez. Sempre que finalizar uma etapa, certifique-se de que tudo correu bem e que o processo esteja realmente finalizado para começar a próxima etapa no tempo certo. Se for possível, antes de avançar, teste e avalie a etapa de migração concluída.

6. Garanta sincronia ao processo de migração

Se a sua empresa possui mais de um ponto (filiais), negócios mesclados entre lojas físicas e virtuais e/ou atende segmentos variados, o seu planejamento deve ser ainda mais cuidadoso. Digo isso por que, a migração deve englobar toda empresa ou grupo de empresas, ocorrendo de forma sincronizada.

Isso vai exigir uma boa comunicação, empenho, muita atenção, monitoramento, controle e testes em tempo real das etapas. É um trabalho árduo, mas necessário. A integração entre as unidades é crucial para o sucesso da migração. Se deixar alguma para trás, vai impedir que ela se beneficie da agilidade e redução de custos, tornando os negócios por ela vulneráveis a lacunas de segurança.

7. Escolha o tipo de serviço que precisa

Hoje, existem 3 tipos de nuvem mais conhecidas no mercado (pública, privada e híbrida) e escolher o modelo certo será vital para elevar o nível das operações do negócio. O ideal é que, para isso, você baseie a escolha nas necessidades e objetivos da empresa, levando em consideração as opções de SaaS (Software as a Service), PaaS (Platform as a Service) e IaaS (Infrastructure as a Service).

8. Escolha o provedor de cloud

Toda organização possui necessidades únicas e um parceiro efetivo deve atuar na mesma direção, compartilhando os mesmos objetivos que o seu negócio. Nesse caso, o provedor deve ser visto como um parceiro onde os objetivos alcançados sejam benéficos para ambos na mesma proporção.

Então, selecione um fornecedor que tenha objetivos alinhados com a sua estratégia de migração e envolva-os em todas as etapas da transformação digital para criar um relacionamento forte e produtivo. Provedores de nuvem com amplitude e profunda experiência no segmento são os mais indicados.

9. Execute o planejamento

A primeira coisa que deve fazer antes de dar início a migração é o backup de seus servidores e dados existentes para garantir que não perca nada no processo. Certifique-se de que seus dados e sistemas estejam seguros e facilmente recuperáveis.

O próximo passo é a implementação (migração) dos sistemas e aplicações. Configure o ambiente na nuvem para recebê-los e realize o provisionamento, conexões e testes de todos os componentes individuais e em sua totalidade para verificar o funcionamento de forma integrada.

Agora é hora de transferir os dados existentes para o ambiente em nuvem para que a continuidade do negócio seja mantida. A primeira carga de dados pode levar mais tempo para ser totalmente transferida e talvez você precise fazer mudanças para adaptarem eles as configurações da nuvem.

O passo final para a migração é testar e ajustar. Uma vez que os dados e sistemas foram movidos para a nuvem, você precisa garantir que tudo funcione corretamente. Para isso, teste todas as conexões.

É importante lembrar que o departamento de TI da sua empresa, em parceria com o provedor de cloud, deve desempenhar um papel crucial no processo, garantindo que as operações mais críticas não sejam interrompidas durantes as etapas de migração.

10. Monitore a migração

Uma vez que a migração for totalmente concluída com sucesso, é importante implementar sistemas e métodos de controle e monitoramento para ajudar a identificar e corrigir quaisquer problemas que possam surgir no novo ambiente de trabalho.

A migração para nuvem deve garantir uma série de benefícios ao negócio e, se bem implementada e alinhada com a empresa, permitirá o desenvolvimento de uma vantagem competitiva forte diante da concorrência. Não perca mais tempo e dinheiro. Comece ainda hoje um planejamento de migração do seu negócio para a nuvem.

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Veja o que fazer para garantir a redução de custos na TI de sua empresa

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Exige-se continuamente que gestores da área de tecnologia da informação explorem novas oportunidades para redução de custos em TI e otimização dos recursos voltados para infraestrutura e força de trabalho no setor. O simples corte de despesas não é suficiente; é necessário prezar pela qualidade e exigir que se faça mais com menos.

Trabalhar na diminuição de despesas com operações em TI abrange atividades específicas, que podem alavancar a redução por meio do desenvolvimento voltado para o aperfeiçoamento de processos e na qualidade do serviço prestado a outras áreas da empresa.

Atualmente, a área de TI possui a ambição de aumentar a quantidade de serviços disponibilizados, e ter uma gestão mais objetiva pode estabelecer uma estratégia mais sólida na busca por redução de custos, aumentando a competitividade nos negócios.

Com o desafio de crescer sem desperdiçar recursos, é preciso explorar plenamente a tecnologia da informação de toda a empresa e analisar quais são as possibilidades de reduzir os custos de TI com oportunidades para melhorar o valor dos negócios. Uma boa opção é utilizar as tecnologias disponíveis a favor da corporação.

As operações de TI atuam nos bastidores da companhia, garantindo que a infraestrutura fique disponível e os usuários satisfeitos, sempre visando agregar valor ao negócio da empresa de forma otimizada e sem desperdiçar recursos.

É apenas por meio da colaboração entre pessoas, automatização de processos e implantação de novas tecnologias que os líderes de infraestrutura e operações de TI podem alcançar a excelência operacional da empresa, de forma a criar serviços inovadores para o negócio.

O empreendimento que conseguir aliar a implantação de soluções eficientes com a redução de despesas operacionais, certamente, vai crescer e ocupar um lugar de destaque no mercado. Nesse sentido, várias estratégias podem ser implementadas.

7 estratégias de redução de custos em TI para implantar em sua empresa

1. Realize uma auditoria em todos os softwares da organização 

O primeiro passo para iniciar um projeto de redução de custos é realizar uma auditoria em todos os softwares da empresa, com o objetivo de identificar o rendimento gerado por cada um e eliminar os que são pouco utilizados.

As licenças de softwares em sua maioria são caras e, se forem pouco utilizadas, podem ser eliminadas. Nesse caso, os recursos envolvidos devem ser destinados para outra aplicação. Estima-se que é possível economizar 25% de custos com licenças, se elas forem eliminadas por pouco uso, segundo pesquisas da Gartner.

Considera-se também buscar outras alternativas que agreguem benefícios e diminuição de gastos, como transferir a infraestrutura de uma base para um sistema hospedado em nuvem. Não há despesas nesse caso para a realização de tarefas, e ainda há o benefício de mobilidade para acesso em qualquer local.

2. Invista na infraestrutura de hardware

É necessário avaliar, também, a infraestrutura de hardware e analisar os equipamentos utilizados por todos os funcionários quanto ao valor gasto de energia bem como a dificuldade de manutenção.

Investir em equipamentos novos pode gerar a impressão de aumento de despesa, porém o benefício a longo prazo deve realmente compensar e fazer a diferença no ano. Um exemplo é a realização de troca de vários servidores lentos por, no máximo, dois mais potentes. O gasto com energia, fornecedores e licenças diminuirá consideravelmente a longo prazo.

3. Avalie a equipe de trabalho

Avaliar a equipe de trabalho é tão essencial quanto avaliar as licenças. Os gastos com o time de trabalho representam quase metade do orçamento do setor de TI e podem ser diminuídos se forem organizadas as atividades prestadas.

Novas metodologias de trabalho, metas, projetos de desenvolvimento pessoal e treinamento devem fazer parte da gestão de TI.

Dar mais autonomia para os profissionais também auxilia o processo e diminui o tempo de atendimento nas demais áreas da empresa. Os colaboradores precisam estar preparados para tomar decisões com segurança e agilidade.

Com procedimentos desenhados e claros, alinhados a treinamentos, a equipe de TI é capaz de resolver problemas e demandas com mais eficiência e rapidez.

4. Crie novas soluções para comunicações

A comunicação é estritamente ligada à eficiência da área de TI. Para reduzir os custos com comunicações, o ideal é simplificar os meios e procurar por alternativas gratuitas.

Além de mensagens instantâneas para ambientes corporativos, há tecnologias de telefone gratuitas, como serviços de VoIP, que utilizam a internet para estabelecer contato entre os usuários sem nenhum custo.

Outra opção também muito utilizada na redução de despesas é a realização de videoconferências. Investir nesses sistemas diminui gastos com viagens e locomoção, evitando ainda perda de tempo entre as reuniões.

5. Avalie os fornecedores 

Reduzir o número de fornecedores de equipamentos e tecnologias aumenta o volume de compra, o que auxilia na negociação de melhores preços para produtos e serviços. As empresas possuem interesse em fidelizar clientes e podem oferecer descontos e benefícios para isso.

Empresas que possuem consumidores fiéis mostram mais comprometimento na prestação dos serviços e podem recompensar seus clientes com participação no lançamento ou testes de novos produtos e tecnologias.

6. Trabalhe em melhorias em conjunto com outros departamentos

A colaboração de outras áreas é um fator determinante para melhorar o serviço oferecido e auxiliar na redução de custos com TI.

É importante obter o máximo de feedbacks das outras áreas que usufruem dos equipamentos de TI bem como dos seus serviços. Com uma visão de fora, é possível encontrar soluções e ideias que antes não eram vistas por quem está envolvido diretamente na área.

Um bom alinhamento entre os setores, como a forma correta de solicitar uma demanda e o prazo de resposta, pode ajudar na execução das tarefas do dia a dia. Treinamentos sobre o uso dos sistemas oferecidos são essenciais para aumentar a capacidade de utilização dos softwares disponíveis.

7. Automatize os processos operacionais​

Atividades operacionais com alto grau de repetição podem ser automatizadas e gerar uma economia de tempo e custo, além de maior qualidade com a eliminação de possíveis erros humanos.

Além do aumento de produtividade, com a automatização consegue-se obter mais facilmente informações sobre gargalos nos processos e, assim, facilitar o diagnóstico de falhas com maior precisão.

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Veja por que acompanhar métricas e KPIs em seu setor de TI

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A gestão de TI de uma empresa frequentemente está preocupada em oferecer serviços melhores aos usuários internos e externos. Para medir a qualidade e identificar se as ações executadas levam realmente aos objetivos definidos, são necessárias métricas de TI para saber se o setor oferece o suporte adequado.

Essas métricas são indicadores mensuráveis de que a infraestrutura, sistemas e processos para resolução de problemas estão funcionando dentro das expectativas e dando o retorno sobre o investimento feito em tecnologia.

Outra questão importante para a TI é se infraestrutura, sistemas utilizados e profissionais correspondem às necessidades da empresa em relação à performance e disponibilidade. Para avaliar se o desempenho do setor é pertinente, os KPIs entram como indicadores de que o setor se mantém alinhado à estratégia da empresa.

No artigo de hoje, mostraremos as principais métricas e KPIs para a TI e sua importância para que o setor seja estratégico para a empresa. Boa leitura!

Métricas de TI

As métricas de TI se destinam a identificar se a tecnologia adotada vem ajudando os departamentos da empresa a apresentarem maior eficiência e integração entre si e contribuindo para que os recursos adquiridos sejam usados em sua plenitude. Acompanhar as métricas e corrigir as ações visando alcançá-las é uma forma de manter a TI coerente com os objetivos da empresa.

As métricas desse setor podem ser divididas em:

Métricas operacionais

Destinam-se a mostrar se os sistemas e infraestrutura de TI, quando utilizados, operam de maneira satisfatória aos usuários. Analisa aspectos como tempo para que uma página seja carregada, período em que os sistemas online estão em funcionamento ininterrupto e tempo sem interrupções no serviço de TI que suspendam o uso dos sistemas da empresa.

Métricas de prestação de serviços

Expressam o nível de satisfação dos usuários com relação ao funcionamento dos equipamentos e aplicações utilizadas. Pode ser obtida por meio de pesquisas de opinião realizadas com os funcionários e clientes, em que são avaliados aspectos referentes ao uso das tecnologias.

Medem também a quantidade de itens solicitados que foram entregues, como instalação de sistemas e hardware, e de defeitos encontrados após a sua implementação.

Métricas organizacionais

Nesse caso, são observados aspectos dos profissionais que atuam no setor de TI. São verificados itens como rotatividade de pessoal, avaliação do comportamento dos profissionais, cumprimento de suas atividades e seu engajamento.

Essas métricas ajudam a identificar se os processos de seleção foram bem executados e se o ambiente de trabalho é favorável para a retenção de funcionários.

Métricas financeiras

Avaliam a evolução dos custos da TI, considerando salários, despesas com licenças, equipamentos e manutenção. São importantes para analisar o retorno que a TI dá sobre o investimento que foi feito nesse setor ou, caso esteja ineficiente, a causa da precarização do setor.

KPIs de TI

Os KPIs mensuram a performance da TI ao selecionar e implementar soluções e resolver problemas de estrutura de TI e sistemas da empresa. Para que sejam bem definidos, devem ser precedidos de um conhecimento aprofundado das necessidades da empresa e dos clientes e estarem estreitamente vinculados com as ações adotadas para mitigar riscos e atender a chamados.

Os principais KPIs de TI são:

Número de tickets fechados por período de tempo

Uma vez estabelecido um sistema de tickets, a TI passa a demonstrar sua eficiência a partir da rapidez com que conclui os chamados. A agilidade com que o atendimento é finalizado indica que os profissionais estão bem preparados para atuar sobre eles e também que as interrupções nos trabalhos dos demais setores da empresa foram breves.

No caso de atendimento a clientes externos, a redução no tempo para resolução de problemas potencializa sua satisfação e aumenta a possibilidade da continuidade dos contratos.

Número de repetição de chamados semelhantes

Quando os mesmos problemas se repetem de maneira incisiva, é um sinal de que há falhas de comunicação e treinamento, sejam de quem opera os sistemas e equipamentos, sejam de quem os instala e deve mantê-los.

Esse KPI é importante para avaliar o modo como os funcionários são realmente especializados para executar suas atividades e identificar a necessidade de reciclagem. Mostram também se os clientes estão devidamente informados e se necessitam de algum tipo de instrução adicional para utilização dos sistemas.

Taxa de falhas ocorridas por tempo

Um elevado número de falhas ocorridas por dia ou mês compromete a satisfação dos clientes com os serviços prestados por uma empresa.

As falhas apresentadas podem expressar problemas de diversas origens, como incompatibilidade entre sistemas, necessidade de atualização e substituição de tecnologias obsoletas.

Taxa de retorno de investimento

Para que a TI dê suporte à estratégia de negócios da empresa, são necessários investimentos que se adequam à infraestrutura para executar as funções atribuídas ao setor. Para identificar se o orçamento gasto com TI foi restituído à empresa, pode-se avaliar aspectos como:

  • aumento de vendas em lojas virtuais e aplicativos: sites lentos ou que apresentam mau funcionamento comprometem as vendas por esse canais;

  • redução de retrabalho decorrente de falhas que levam à perda de informações;

  • diminuição do tempo que a empresa para devido a problemas nos sistemas. Consequentemente ganha-se produtividade.

Número de inconformidades com contratos identificados

A empresa deve estar constantemente em alerta sobre os contratos estabelecidos, especialmente aqueles que definem níveis de serviços e parâmetros de qualidade para que o serviço seja prestado. O não cumprimento desses termos ocasionam multas, rompimentos de contratos e prejuízos sérios à empresa.

Nesse caso, os KPIs criados e monitorados são estabelecidos a partir de itens que controlam a qualidade dos serviços, visando a aderência aos contratos assumidos com terceiros. Por exemplo:

  • tempo em que um sistema pode ficar offline;

  • velocidade do link de internet;

  • número de falhas em sistemas que pode ser apresentado por mês e de outros problemas operacionais que, em comum acordo, são toleráveis em alguma medida.

Dessa forma, vemos que as métricas de TI e os KPIs definidos para indicar a performance do setor de tecnologia da informação ajudam a validar as ações de suporte ao andamento da empresa.

Acompanhar o atendimento a esses parâmetros é uma forma de assegurar que a TI tem uma atuação estratégica na empresa, dá suporte para um contínuo ganho de performance e aumenta a percepção de qualidade por parte dos clientes.

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Como garantir maior estabilidade em seu data center?

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A estabilidade de data center é um dos principais fatores que contribuem para gerar agilidade e eficiência às operações da empresa. Diante de um mercado tão desafiador e em constantes mudanças como o atual, manter a competitividade tem sido cada vez mais difícil, levando os gestores a avaliarem novas soluções estratégicas, começando pelo setor de TI.

Isso significa, primeiramente, mudar a postura em relação às medidas reativas, passando a atuar no sentido preventivo. Com a estabilidade nas operações do data center, os gestores gastam menos tempo “apagando incêndios” e passam a se dedicar mais em projetos de implementações de melhorias, como novas ferramentas e recursos ou otimizando os já existentes.

As práticas mais recomendadas vão desde o monitoramento simples de incidentes até as tarefas mais complexas, como o mapeamento de conexões de rede e a remoção de servidores subutilizados.

Mas não é só isso. Você precisa atuar como um verdadeiro general para garantir que o data center não falhe nunca. Isso não quer dizer que seja difícil, mas é preciso adotar algumas estratégias específicas para dar certo. As principais nós listamos abaixo. Pronto para começar? Então, acompanhe!

Mantenha redes redundantes de energia

Um data center bem equipado consome uma alta carga de energia e cada servidor pode apresentar padrões de consumo diferentes em algum momento, conforme o seu uso, o que pode acarretar uma sobrecarga da rede elétrica e o desarme dos disjuntores, paralisando toda a empresa.

Para evitar que isso aconteça, instale uma ou mais redes de energia complementares para alimentar o data center. Ela pode atuar em conjunto com a principal, dividindo a carga e, com isso, aumentando o potencial energético da infraestrutura.

Além disso, tenha uma terceira solução para os casos de queda de energia. Um gerador que funcione a óleo diesel deve aguentar o funcionamento dos servidores e outros equipamentos de informática por um período suficiente até que o fornecimento se restabeleça.

Mantenha redes redundantes de internet

E não é só de energia que o data center necessita para ter alta disponibilidade. Mesmo que a empresa mantenha alguns servidores isolados da rede mundial, ela vai precisar de uma conexão com o mundo exterior, principalmente para agilizar os processos de vários departamentos. Isso faz com que a internet seja fundamental no processo. Mas e quando ela cai?

Hoje em dia, muitas empresas baseiam os seus negócios na internet, o que a torna indispensável. O problema é que o controle desse recurso, assim como a energia, precisa de estratégias para nunca falhar. O jeito é contratar outro fornecedor de internet (telecom), mas dessa vez, de uma empresa diferente. Assim, se uma apresentar problemas, poderá contar com outra.

Monitore o funcionamento do data center

Muitos gestores de TI não possuem uma rotina estratégica frequente de monitoramento das atividades registradas nos servidores, o que pode colocar em cheque a estabilidade do data center. A tarefa pode ser complicada sem as ferramentas e recursos certos, então, passe a adotá-los.

As ferramentas de monitoramento de infraestrutura de TI fornecerão informações sobre o uso da capacidade dos servidores, os estrangulamentos da rede, as tentativas de acesso não autorizadas e muito mais. Com uma ferramenta desse nível ficará mais fácil implementar uma rotina padronizada de monitoramento eficiente.

Adote fortes políticas de segurança

O acesso não autorizado de pessoas às informações da empresa está entre os fatores que podem comprometer o bom funcionamento do data center. Além de hackers, alguém mal-intencionado dentro da própria empresa pode invadir o sistema e causar um grande transtorno, como roubar dados sigilosos, alterar e deletar informações de negócios, etc.

Isso exige uma visão holística na hora de definir as estratégias de segurança. As principais devem ser:

  • usar a criptografia de senhas e dados da empresa para torná-los ilegíveis caso corrompidos;

  • instalar antivírus corporativos e configurar o firewall para reforçar a segurança contra invasões externas;

  • responsabilizar todos pelo sigilo e devido cuidado com as suas senhas de acesso aos sistemas;

  • exigir que gestores e colaboradores criem senhas fortes e façam alterações periódicas.

Tenha um plano de Disaster Recovery

Diante de falhas humanas, invasões aos sistemas, acidentes e desastres naturais, contar com um plano de recuperação é mais do que fundamental, é obrigatório. Já imaginou perder todas as informações e sistemas do seu data center e não ter uma cópia deles? Isso significaria recomeçar o negócio do zero. Então, não deixe a sua empresa vulnerável a esses riscos.

Antigamente, ter um plano de disaster recovery era caro demais, pois era necessário duplicar a infraestrutura e colocá-la em um segundo data center. No entanto, graças aos avanços da tecnologia e dos fabricantes de softwares, hoje em dia, já existe o que chamamos de DRaaS (Disaster Recovery as a Service). Um serviço de recuperação de dados e sistemas na nuvem com um preço infinitamente menor.

Ao ser implementado, ele pode ser programado para realizar backpus de forma regular e automática de todo o seu data center, armazenando a cópia em um data center diferente e realizando réplicas para servidores auxiliares. Tudo com muita segurança no processo, e principalmente com um tempo de start de minutos caso o seu data center principal sofra alguma falha.

Alcance a estabilidade com um data center na nuvem

Muitas empresas estão migrando suas infraestruturas de TI para a nuvem como forma de agregar força competitiva ao negócio. Afinal, as vantagens proporcionadas são muitas. Vejas as principais abaixo:

  • servidores auxiliares impedem que o sistema saia do ar diante de algum problema ou durante as manutenções e atualizações do servidor principal;

  • implementação de melhorias, como novos recursos, ferramentas e funcionalidades, são realizadas sem precisar paralisar o sistema;

  • fornece escalabilidade para atender a demandas sazonais (expansão e retração), pagando apenas pelos espaços e recursos que utilizar;

  • diminui a necessidade de investimentos em aquisições, manutenções e atualizações de softwares e hardwares;

  • agrega mobilidade às atividades operacionais e gerenciais da empresa;

  • neutraliza os riscos de perdas de dados por acidentes locais;

  • reduz custos com infraestruturas e espaços físicos.

Mesmo que você conte com uma equipe de TI completa e altamente capacitada, é importante ter o apoio de uma empresa especializada em data center para colocar essas dicas em prática. O resultado será uma troca de conhecimentos e experiências como jamais teve e uma infraestrutura de TI robusta e eficiente. Faça isso e alcance a tão sonhada estabilidade de data center.

Gostou das dicas? Então, siga a gente nas redes sociais (FacebookTwitter e LinkedIn) e descubra muito mais!

Entenda a importância da atualização tecnológica nas empresas para ter melhores resultados

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Não é segredo para ninguém que, a fim de manter o seu negócio competitivo no mercado, é preciso apostar em inovação. Por meio dessa iniciativa, a empresa consegue criar soluções eficientes, minimizar o impacto de eventualidades, antever situações adversas e gerar alternativas que proporcionem experiências positivas ao consumidor.

Nesse contexto, cada vez mais têm surgido tecnologias com a função de solucionar um problema específico, podendo ser aplicadas de acordo com a particularidade de cada negócio. 

No entanto, em um mar de novidades, que se expande cada dia um pouco mais, é preciso saber por onde navegar e buscar as soluções que vão apresentar respostas necessárias para o que você precisa, certo? 

Por isso, no texto de hoje, vamos falar mais sobre a atualização tecnológica empresarial, suas vantagens e alguns exemplos de ferramentas que podem ser a solução para os seus problemas. Boa leitura!

Por que ficar de olho nas novidades do mundo da tecnologia

Uma empresa que acredita que o seu produto já é bom o suficiente ao ponto de não precisar de inovação está fadada ao fracasso. Afinal, a melhoria na qualidade do serviço deve ser sempre uma meta a ser perseguida por qualquer gestor.

Outro erro comum cometido em algumas empresas é adiar ao máximo a atualização tecnológica, adotando novas ferramentas somente quando o mercado e seus concorrentes as obrigam a fazê-lo. Isso pode ocasionar um certo atraso e fazer com que elas percam competitividade. 

Mas quando então se torna necessária a atualização tecnológica empresarial? Para responder a essa questão, é preciso conhecer de perto a realidade e as necessidades da sua empresa. Como as novidades tecnológicas estão aparecendo cada vez mais rapidamente, é praticamente impossível acompanhar todas as atualizações — e isso nem sempre é financeiramente vantajoso. 

Por isso, é preciso conhecer as necessidades do seu negócio. Se os equipamentos já apresentam sinais de obsolescência ou desatualização, como falta de compatibilidade com componentes de hardware mais modernos, avalie a chance de investir em novas tecnologias. Caso contrário, verifique se uma atualização de sistema já está disponível.

 

3 vantagens do uso da atualização tecnológica empresarial

1. Aumento da produtividade

Uma tecnologia mais moderna traz consigo uma série de benefícios:

  • melhora a comunicação entre diferentes áreas da empresa;
  • facilita a gestão do tempo;
  • agiliza a realização de diversas tarefas.

Podemos resumir o impacto dessas melhorias apontando para o aumento da produtividade, já que essas práticas resultam na redução de tempo para completar as atividades e elevação do nível de qualidade no serviço entregue.

2. Otimização de processos internos

Uma outra mudança trazida pela atualização tecnológica nas empresas é a otimização dos processos internos. Algumas ferramentas conseguem ajudar o gestor a identificar onde estão os gargalos operacionais do seu negócio. Muitas vezes, algumas mudanças simples no fluxo de informações dentro da companhia podem representar grandes avanços. 

Por exemplo, um software pode, com uma velocidade muito maior, elaborar modelos que podem ser implementados pelo gestor.

3. Auxílio na tomada de decisão

Uma consequência direta do uso da tecnologia em qualquer nível de uma empresa é o auxílio ao gestor na tomada de decisão. Como mostramos nos itens anteriores, as ferramentas tecnológicas ajudam a identificar onde estão os problemas no fluxo interno e quais são os gargalos que impedem um aumento da produção, por exemplo. 

E é nesse momento que a tecnologia contribui para a tomada de decisão. Após enxergar mais claramente o cenário interno e externo do seu negócio e identificar os obstáculos, o gestor consegue tomar uma decisão mais rápida e adequada para solucionar essa situação ou adotar algum tipo de estratégia. 

 

3 ferramentas indispensáveis para uma boa atualização tecnológica empresarial

1. Cloud computing

Os serviços de cloud computing facilitam o acesso a informações por uma empresa ou um usuário de qualquer local. Esse modelo de infraestrutura na nuvem tem ganhado cada vez mais espaço nos últimos anos e já faz parte do dia a dia das pessoas.

O cloud computing está presente, por exemplo, no momento em que fazemos uma transação financeira usando um aplicativo do banco, acessamos uma planilha de custos pelo smartphone ou enviamos um arquivo pelo aplicativo do email no celular. 

Esse tipo de serviço desobriga o gestor de armazenar todo tipo de informação em um data center próprio e garante mobilidade para que as informações possam ser acessadas remotamente, por meio de um dispositivo conectado à internet. 

2. Data Center Virtual

Data Center Virtual funciona como uma espécie de nuvem privada, com equipamentos interligados e automatizados. Trata-se de uma tendência tecnológica cada vez mais adotada pelas empresas — a previsão é que em quatro anos, no máximo, esse sistema faça parte de todas as organizações.

O modelo virtual substitui a necessidade de instalar um data center físico na sua empresa.  Além disso, você não precisará se preocupar em negociar separadamente servidores, storages, switches, roteadores, entre outros equipamentos.

Entre as vantagens de um data center virtual, podemos destacar a economia de recursos, já que é possível pagar somente pelo espaço ocupado pela sua empresa. Há também uma facilidade maior de expandir o armazenamento, algo que pode ser solicitado sempre que for necessário. 

3. ERP

ERP (Enterprise Resource Planning) é um software que tem como objetivo principal ajudar o trabalho do gestor. O sistema organiza as informações e torna mais fácil a visualização dos processos. Além de manter um banco de dados sobre compras, vendas, estoque e clientes, por exemplo, o ERP também funciona como uma ferramenta que integra esses registros. 

Dessa forma, a tecnologia é usada para gerenciar e integrar os processos de todos os setores da empresa. E é aí que entra o trabalho do gestor, que passa a ter mais tempo disponível para tomar decisões importantes.

Com um ERP que consiga integrar os fluxos informacionais da empresa, o gestor consegue identificar os gargalos que precisam ser solucionados. Assim, o trabalho flui mais facilmente.  

Agora que você sabe das vantagens da atualização tecnológica empresarial e as ferramentas que podem ser usadas no seu negócio, siga-nos em nossas redes sociais para continuar por dentro deste e de outros assuntos relevantes! Nós estamos no FacebookLinkedIn e também no Twitter

Afinal, quais são as diferenças entre um cloud server e um data center virtual?

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Cloud Computing, ou computação em nuvem, é um termo que vem sendo empregado à exaustão no mercado de tecnologia da informação. Ainda assim, existe uma certa confusão ao definir estratégias e conceitos referentes ao modelo. Por exemplo, você consegue apontar com precisão a diferença entre servidor cloud (cloud server) e data center virtual? É necessário - ou mesmo possível - ter as duas soluções dentro da sua empresa? Quais as vantagens de cada uma das soluções?

Atualmente, são poucas as instituições que ainda não se renderam aos benefícios do cloud computing. Desde grandes corporações até pequenas empresas estão explorando, em maior ou menor grau, as características da nuvem em seus negócios. Assim, é importante cada vez mais ter bem claros os conceitos, de modo a tomar decisões embasadas em conhecimento e optar por soluções que sejam capazes de proporcionar melhor rendimento, menor custo e diferencial competitivo.

Nesse post, vamos explicar o que é cloud server e o que é data center virtual, mostrando as principais diferenças entre eles e qual das soluções é mais adequada para seu projeto. Venha conosco!

Cloud Server

Computação em nuvem não é um conceito novo, como se costuma pensar. Já na década de 1960, cientistas e estudiosos falavam no armazenamento de informações em um ambiente virtual, embora ainda não tivessem em mente a ideia exata sobre a forma como isso seria implementando.

Nos últimos anos, entretanto, ocorreu um verdadeiro “boom” do modelo, com especialistas dando conta da importância e das vantagens da computação em nuvem. Cada vez mais, é natural que usuários de todos os portes e segmentos façam uso dessa tecnologia em seus negócios pessoais ou profissionais.

Nesse contexto, servidor cloud (ou cloud server), é o conceito mais básico de cloud computing. Foi, na verdade, o primeiro serviço idealizado e promovido pelos provedores. Grosso modo e de maneira simples, trata-se – como o próprio nome indica – de um servidor armazenado na nuvem, ou seja, que não existe “fisicamente”, podemos assim dizer.

Elaborando um pouco mais o conceito: há algum tempo, as empresas tinham em seus parques tecnológicos equipamentos (geralmente robustos) que executavam determinadas tarefas, alguns sendo mesmo responsáveis por várias delas.

Por exemplo, imaginemos que uma determinada empresa utilizasse um servidor de arquivos. Na prática, se tratava de um computador (servidor), fisicamente localizado em uma sala do data center da empresa. Era encargo dessa empresa e de seus funcionários, portanto, comprar e manter esse hardware, cuidando de todos os aspectos para seu perfeito funcionamento.

Quando migramos para a nuvem, também temos um servidor, com as mesmas funcionalidades. A diferença é que ele é virtual, ou seja, não está mais fisicamente nas instalações da empresa. Agora, os gestores não precisam mais se preocupar com o hardware e as implicações decorrentes de sua aquisição e manutenção. Num cloud server, tudo é gerenciado pelo provedor, além de escalável e dinâmico.

Data Center Virtual

Continuando a analogia com a empresa que tinha um servidor de arquivos: naturalmente ela era obrigada a manter outros equipamentos para o funcionamento integral da sua solução de TI. Falamos aqui de roteadores, switches, racks etc. Em resumo, uma estrutura completa que permitisse a integração e comunicação entre os servidores e demais partes integrantes da rede da instituição. Todo esse aparato tecnológico assume o nome de data center, um conceito também básico.

A evolução natural do cloud server foi, então, o data center virtual, ou seja, um data center inteiro na nuvem. Assim como era “fisicamente”, o cloud server é apenas uma das partes que compõem o data center virtual. Um termo que designa com precisão esse modelo é o chamado IaaS (sigla em inglês para “Infrastructure as a Service”, ou “infraestrutura como serviço”). Na prática, é exatamente isso: toda uma estrutura tecnológica à disposição, porém contratada como serviço, ou seja, sem a necessidade de aquisição de hardware e tampouco espaço físico para sua instalação e manutenção.

Mais que isso, uma configuração simples de ser alterada, de acordo com as necessidades da empresa a cada momento e sem os custos e embaraços de ter máquinas e outros equipamentos sob sua guarda. Em termos práticos: se a configuração utilizada não atende mais aos requisitos da empresa, não é necessário comprar outros equipamentos e ficar com os antigos obsoletos. Com o data center virtual, basta ajustar e alterar os recursos contratados, uma vez que tudo é contratado como serviço e escalabilidade é a palavra-chave do modelo.

Diferença entre Cloud Server e Data Center Virtual

Conforme já explicado, a grande diferença entre os dois conceitos é que o cloud server deve ser considerado em escala menor. Em outras palavras, o servidor é apenas um dos itens do data center virtual. Esse, por sua vez, é uma evolução e um passo maior na tecnologia empregada.

É possível contratar apenas um cloud server como serviço isolado, mantendo o data center físico. No entanto, quem opta por contratar um data center virtual está inevitavelmente levando também os servidores (cloud servers), já que nesse caso falamos de infraestrutura (IaaS). O servidor é a base de tudo, enquanto o data center é a solução completa.

Qual a melhor solução para minha empresa?

Na verdade, não há uma regra que defina, inequivocamente, se um cloud server ou data center virtual é a melhor escolha em todos os casos. A decisão passa sempre pelo porte da empresa e, em especial, pelo tamanho do projeto.

Assim é que, para projetos menores e menos ambiciosos, pode ser suficiente a utilização de um cloud server. Projetos mais amplos, por sua vez, podem exigir uma infraestrutura que justifique a contratação do data center virtual.

A principal vantagem do data center virtual é que além dos servidores, uma rede completa é montada na nuvem, incluindo roteador, switches e firewall. Tudo está disponível no painel do data center virtual. Já em um cloud server, estamos falando de um único servidor isolado, onde você tem o controle apenas daquele servidor em específico.

De qualquer forma, como dito, a melhor escolha vai depender do tamanho e objetivos do projeto em questão. A melhor dica, nesse caso, é ter o acompanhamento de profissionais especializados para dimensionar a solução de acordo com as metas e o budget da empresa.

Nesse post, explicamos os conceitos e as principais diferenças entre cloud server e data center virtual. Quer ficar sempre atualizado com as principais novidades em TI? Siga-nos nas redes sociais! Estamos no FacebookTwitter e LinkedIn.

Como uma boa infraestrutura pode evitar problemas de segurança da informação em empresas?

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Informações representam um dos ativos mais importantes para qualquer negócio, e o volume de dados com que as empresas vêm trabalhando cresce a cada dia. Isso torna a segurança da informação um quesito fundamental, entrando na lista das estratégias mais importantes para uma infraestrutura de TI bem montada.

Muitos desses dados se tratam de informações pessoais de clientes (dados bancários, documentações, etc.), de fornecedores e da própria estratégia de negócios da empresa (business intelligence).

Essas informações possuem um nível mais elevado de sigilo, exigindo atenção especial na proteção, pois, se houverem violações e/ou vazamentos, a imagem da empresa pode ficar comprometida, podendo até ter que encarar processos judiciais.

E não é só por motivos de invasão e roubo das informações que falamos nisso: acidentes acontecem e existe o risco de haver a perda total dos dados armazenados. Isso seria como trabalhar no escuro, sem direção.

Para evitar que isso aconteça na sua empresa, preparamos um post explicativo para você entender como uma boa infraestrutura de TI pode evitar problemas de segurança da informação. Confira!

1. Realizando backups de dados regularmente

Uma boa infraestrutura de TI deve contar com um Data Center blindado por meio de uma série de políticas de segurança. Uma delas é o sistema de backups automatizados, que realiza cópias dos dados da empresa e as replica para servidores auxiliares.

Essa estratégia garante o acesso às informações em casos de queda do servidor principal, problemas com os sistemas da empresa e/ou com algum hardware, sem que seja necessário interromper as operações do negócio. Além disso, os dados ficam protegidos contra perdas parciais e/ou totais em desastres naturais ou não.

Os backups podem ser configurados para serem realizados com um intervalo certo de tempo — uma vez por dia, uma vez a cada três horas, etc. A frequência vai depender do nível de importância dos dados para o negócio e dos riscos que ele corre nas transações. Bancos são um exemplo de nível máximo de segurança exigida nessas situações.

Outra configuração que pode ser feita é selecionar quais dados terão cópias de backup. Com o intuito de economizar espaços de armazenamento em servidores e ter arquivos mais leves, os gestores podem avaliar quais dados não necessitam de backups, quais podem ser copiados com menos frequência e quais terão maior frequência.

O backup regular de dados é uma ótima maneira de garantir a proteção de todas as informações confidenciais da empresa e dos seus clientes.

2. Fornecendo níveis de acesso limitados

Dentro da organização, gestores e profissionais de diferentes departamentos precisarão acessar os dados para trabalharem, mas isso não significa que esses dados não possam ser limitados. Uma infraestrutura de TI bem montada deve ser capaz de limitar esse acesso em níveis de necessidade.

Por exemplo, um gestor de finanças deve ter um login e senha que o autorize acessar dados financeiros e contábeis. Já para um colaborador da área de vendas, apenas o acesso a preços e descrições de mercadorias registradas no sistema pode ser suficiente para que ele trabalhe sem problemas.

Esses níveis de autorização podem ser classificados também para permitir o acesso com liberdade para inserção, exclusão e edição de dados ou apenas para a visualização deles, não sendo permitida qualquer alteração.

Limitar os acessos somente ao pessoal necessário garante a redução dos riscos de violação dos dados. Essas restrições podem ser realizadas através de uma infraestrutura virtual, o que significa que mesmo os funcionários que trabalham remotamente terão acesso às informações de que precisam sem a necessidade de estarem presentes na empresa.

Os níveis de acesso aos dados são personalizáveis e podem ser alterados para refletir os requisitos atuais a qualquer momento por indivíduos ou acesso de grupo, aumentando a segurança da informação na empresa.

3. Gerando senhas fortes para os usuários

Apesar de parecer simples, as senhas podem ser uma ferramenta eficaz na proteção das informações, impedindo o acesso não autorizado aos dados financeiros e pessoais dos seus clientes.

As senhas podem ser configuradas por usuários individuais, grupos de profissionais e por níveis de acesso, como mencionado no tópico anterior, mas não adianta fazer só isso.

Além da responsabilidade dos colaboradores e, principalmente, dos gestores com relação à proteção da privacidade de suas senhas, os gestores de TI devem obrigar o cadastro de senhas complexas (fortes) e a alteração delas de tempos em tempos para não correr riscos.

Por fim, as senhas devem ser criptografadas para dificultar ao máximo as ações cibercriminosas. Com essas medidas, a infraestrutura de TI da empresa contribui diretamente para o reforço da segurança da informação.

4. Criptografando documentos importantes

A criptografia é uma estratégia de segurança que deve ir além da proteção de senhas. A tecnologia deve ser utilizada também para tornar os documentos e informações da empresa ilegíveis em casos de acessos não autorizados.

Ou seja, para acessar um documento confidencial ou informação mais delicada em sua forma descriptografada, os usuários devidamente autorizados deverão utilizar uma chave ou senha secreta. Somente esses usuários poderão acessar essas informações, tornando esta uma maneira efetiva de proteger as informações dos seus clientes no dia a dia.

Lembrando que uma boa estratégia de criptografia pode ser suportada por uma ampla gama de sistemas operacionais, incluindo as versões mais atualizadas do Windows e Linux.

5. Atualizando a segurança dos servidores

Quem trabalha com o gerenciamento de servidores por meio dos sistemas operacionais Linux e Windows deve sempre ficar atento às atualizações de segurança disponíveis. Essas atualizações devem atuar na correção de falhas, reduzir ou eliminar as vulnerabilidades encontradas no sistema e reforçar a proteção contra invasões.

Geralmente, a maior parte das ocorrências de invasões ocorre justamente devido à falta de atenção por parte do SysAdmin (responsável pela configuração e manutenção dos servidores de rede), comprometendo a segurança das informações na empresa.

Para resolver isso, a infraestrutura de TI deve contribuir para permitir que o sistema operacional avise sempre que uma atualização estiver disponível e, mediante autorização manual ou automática, permita que ela seja instalada e configurada automaticamente.

Seja por meio de servidores locais, na nuvem ou uma mescla de ambos, os gestores de TI devem atuar com vigor na formação de uma infraestrutura de TI bem protegida, criando uma política forte para a segurança da informação. Afinal, com a evolução das tecnologias de Big Data e Big Data Analytics, a informação será um dos ativos mais valiosos que a empresa pode ter.

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Como o cloud computing pode ajudar na redução de custos com data center?

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Quem está atento ao mercado sabe que a tecnologia de Cloud Computing e Data Center Virtual tem assumido um papel estratégico cada vez maior em empresas de todos os portes, especialmente na entrada para a Era do IaaS (Infrastructure as a Service).

E isso não ocorre por acaso: se forem bem implementadas e alinhadas com as estratégias de negócios, as soluções de Cloud Computing e Data Center Virtual podem impactar positivamente os processos e operações de uma empresa, gerando grandes benefícios como ganho de produtividade, aumento do desempenho e redução de custos.

Quer saber como o Cloud Computing e Data Center Virtual podem contribuir para a expansão do seu negócio? Acompanhe a leitura!

Entendendo o Cloud Computing e Data Center Virtual

O termo Cloud Computing trata sobre um conjunto de tecnologias baseadas na nuvem. A nuvem, por sua vez, é um serviço que permite acesso e armazenamento remoto de dados, arquivos e aplicações. Já o Data Center Virtual se baseou em todo esse conceito para entregar o que chamamos de IaaS (Infraestrutura como Serviço), onde as empresas conseguem montar todo o seu data center através de um painel de controle na nuvem, esquecendo completamente o conceito de data center e máquinas físicas.

Você já faz uso cotidiano de Cloud Computing quando realiza transações financeiras a partir do celular, acessa um arquivo em um repositório online ou assiste filmes no Netflix, por exemplo.

No meio empresarial, essa mesma tecnologia possibilita que documentos e programas sejam acessados por diferentes plataformas através da internet, em qualquer lugar do mundo, bastando para isso um login e uma senha. Mas como isso afeta os custos do seu negócio?

Onde os custos são reduzidos

É importante entender que, com o Data Center Virtual (ou VDC – Virtual Data Center), os servidores, storages, switches e roteadores deixam de ser armazenados em data centers locais ou físicos (modelo sala cofre ou co-location, por exemplo) e passam a operar dentro da nuvem, protegidos por medidas rígidas de segurança. Muda completamente o conceito de aquisição de equipamentos físicos (CAPEX) para uma assinatura recorrente mensal (OPEX), mas falaremos melhor sobre CAPEX x OPEX mais abaixo.

Quando uma empresa opta por manter um data center físico (sala cofre ou co-location), ela precisa investir em uma série de questões operacionais e de infraestrutura, como:

  • aquisição de servidores, equipamentos e soluções tecnológicas;
  • contratação de profissionais especializados para manutenção e gestão de toda a infraestrutura física;
  • compra de softwares;
  • gastos com energia elétrica;
  • compra ou aluguel de espaço físico;
  • entre outros exemplos.

A solução de Data Center Virtual, por outro lado, é vendida como serviço e sob medida, de acordo com as necessidades específicas de cada cliente. Ou seja, você só vai pagar pelos recursos computacionais que forem utilizados (storage, memória, CPU e banda), de forma semelhante às faturas de água ou energia elétrica.

Além disso, a gestão e a manutenção de infraestrutura, monitoramento e atualizações de tecnologias deixam de ser tarefas da sua equipe de TI e passam a ser responsabilidade do provedor de cloud contratado. A sua empresa pode esquecer totalmente que existe um ambiente físico por trás, assim como as necessidades de gerenciamento e manutenção dessa infra.

Percebeu como o Data Center Virtual reduz os gastos com aquisição de equipamentos e gerenciamento de infraestrutura? Veja mais benefícios dessa tecnologia para o orçamento dos seus negócios:

Flexibilidade

A solução de Data Center Virtual é muito mais flexível do que os data centers físicos, pois são altamente escaláveis e permitem expandir ou reduzir os recursos computacionais disponíveis sempre que for necessário.

Vamos supor que os seus negócios estejam se preparando para a chegada das vendas de fim de ano. No Data Center Virtual, basta duplicar os recursos computacionais no painel de controle, e reduzi-los novamente após a passagem dos picos de vendas, e consequentemente dos picos de consumo de recursos.

Tal elasticidade não seria possível no caso de um data center físico. Para começar, seria preciso adquirir novos bens de capital, como servidores e storages, para ampliar toda a infraestrutura física do seu data center. Além da grande demora e do alto custo para concluir esse upgrade, após a passagem do período de pico, o que você faria com a infraestrutura física já comprada? Com certeza ficaria ociosa, tendo ainda o custo para manter ativo (espaço nos racks e energia elétrica).

Tecnologia de ponta

Todos os meses surgem modelos mais avançados e eficientes de equipamentos de TI. Por isso, quando uma empresa opta por manter um data center físico, não é incomum que todos os seus equipamentos estejam obsoletos dentro de um prazo de 3 ou 4 anos.

E nos casos de negócios com picos de vendas sazonais, a ampliação da infraestrutura física pode não justificar o alto investimento necessário, já que os equipamentos adquiridos vão cair na obsolescência assim que as vendas esfriarem.

Por isso é possível afirmar que o Data Center Virtual diminui os gastos com infraestrutura sem diminuir o desempenho da TI, já que você poderá utilizar tecnologia de ponta a um custo bem mais baixo do que se mantivesse um data center físico.

Retorno sobre investimento

A implementação do Data Center Virtual pode ser traduzida na migração de CAPEX (Capital Expenditures) para OPEX (Operating Expenses).

Isto é, em vez de investir na compra de bens de capital, como hardwares e softwares de última geração, sua empresa passa a flexibilizar os custos operacionais ou mesmo terceirizar serviços para garantir a continuidade dos negócios.

Ao cortar os investimentos para a expansão e gerenciamento de toda a infraestrutura de data center físico da sua empresa, o Data Center Virtual pode gerar uma economia de até 40% no orçamento.

Além disso, como as suas equipes de TI não precisarão mais lidar com as questões de infraestrutura física, sobrará mais tempo para focar nos objetivos prioritários do seu negócio, gerando aumento de produtividade.

Em outras palavras, a implementação do Data Center Virtual vai agregar mais valor estratégico ao seu negócio, especialmente se você pretende acompanhar a tendência da transformação digital e se manter competitivo no mercado nos próximos anos.

Segurança

Alguns gestores de TI ainda hesitam em aderir ao Cloud Computing e Data Center Virtual, com o argumento de que a nuvem não garante toda a estrutura de segurança necessária para os dados corporativos. Isso não é verdade.

Basta analisar um data center local: como qualquer outra estrutura da empresa, ele fica sujeito a danos físicos, problemas decorrentes da falta de manutenção dos equipamentos, desastres naturais (inundações e incêndios, por exemplo), invasões ou até mesmo roubos por parte de terceiros.

Um Data Center Virtual, por outro lado, fica em um ambiente altamente protegido, com padrões de segurança bastante rígidos. E como você já sabe, é responsabilidade do provedor contratado garantir a segurança dos dados e aplicações armazenados na nuvem, estabelecendo os níveis de serviço esperados já na etapa do contrato.

E mesmo que ocorram problemas na infraestrutura do seu fornecedor de Data Center Virtual, a nuvem permite a realização de Disaster Recovery (DR) também como serviço — ou seja, o redirecionamento para um outro data center, evitando que a operação do seu negócio seja prejudicada. O próprio provedor de cloud pode oferecer DR na elaboração do seu projeto, mantendo em um único contrato uma solução completamente espelhada e redundante para o seu data center.

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