Veja por que acompanhar métricas e KPIs em seu setor de TI

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A gestão de TI de uma empresa frequentemente está preocupada em oferecer serviços melhores aos usuários internos e externos. Para medir a qualidade e identificar se as ações executadas levam realmente aos objetivos definidos, são necessárias métricas de TI para saber se o setor oferece o suporte adequado.

Essas métricas são indicadores mensuráveis de que a infraestrutura, sistemas e processos para resolução de problemas estão funcionando dentro das expectativas e dando o retorno sobre o investimento feito em tecnologia.

Outra questão importante para a TI é se infraestrutura, sistemas utilizados e profissionais correspondem às necessidades da empresa em relação à performance e disponibilidade. Para avaliar se o desempenho do setor é pertinente, os KPIs entram como indicadores de que o setor se mantém alinhado à estratégia da empresa.

No artigo de hoje, mostraremos as principais métricas e KPIs para a TI e sua importância para que o setor seja estratégico para a empresa. Boa leitura!

Métricas de TI

As métricas de TI se destinam a identificar se a tecnologia adotada vem ajudando os departamentos da empresa a apresentarem maior eficiência e integração entre si e contribuindo para que os recursos adquiridos sejam usados em sua plenitude. Acompanhar as métricas e corrigir as ações visando alcançá-las é uma forma de manter a TI coerente com os objetivos da empresa.

As métricas desse setor podem ser divididas em:

Métricas operacionais

Destinam-se a mostrar se os sistemas e infraestrutura de TI, quando utilizados, operam de maneira satisfatória aos usuários. Analisa aspectos como tempo para que uma página seja carregada, período em que os sistemas online estão em funcionamento ininterrupto e tempo sem interrupções no serviço de TI que suspendam o uso dos sistemas da empresa.

Métricas de prestação de serviços

Expressam o nível de satisfação dos usuários com relação ao funcionamento dos equipamentos e aplicações utilizadas. Pode ser obtida por meio de pesquisas de opinião realizadas com os funcionários e clientes, em que são avaliados aspectos referentes ao uso das tecnologias.

Medem também a quantidade de itens solicitados que foram entregues, como instalação de sistemas e hardware, e de defeitos encontrados após a sua implementação.

Métricas organizacionais

Nesse caso, são observados aspectos dos profissionais que atuam no setor de TI. São verificados itens como rotatividade de pessoal, avaliação do comportamento dos profissionais, cumprimento de suas atividades e seu engajamento.

Essas métricas ajudam a identificar se os processos de seleção foram bem executados e se o ambiente de trabalho é favorável para a retenção de funcionários.

Métricas financeiras

Avaliam a evolução dos custos da TI, considerando salários, despesas com licenças, equipamentos e manutenção. São importantes para analisar o retorno que a TI dá sobre o investimento que foi feito nesse setor ou, caso esteja ineficiente, a causa da precarização do setor.

KPIs de TI

Os KPIs mensuram a performance da TI ao selecionar e implementar soluções e resolver problemas de estrutura de TI e sistemas da empresa. Para que sejam bem definidos, devem ser precedidos de um conhecimento aprofundado das necessidades da empresa e dos clientes e estarem estreitamente vinculados com as ações adotadas para mitigar riscos e atender a chamados.

Os principais KPIs de TI são:

Número de tickets fechados por período de tempo

Uma vez estabelecido um sistema de tickets, a TI passa a demonstrar sua eficiência a partir da rapidez com que conclui os chamados. A agilidade com que o atendimento é finalizado indica que os profissionais estão bem preparados para atuar sobre eles e também que as interrupções nos trabalhos dos demais setores da empresa foram breves.

No caso de atendimento a clientes externos, a redução no tempo para resolução de problemas potencializa sua satisfação e aumenta a possibilidade da continuidade dos contratos.

Número de repetição de chamados semelhantes

Quando os mesmos problemas se repetem de maneira incisiva, é um sinal de que há falhas de comunicação e treinamento, sejam de quem opera os sistemas e equipamentos, sejam de quem os instala e deve mantê-los.

Esse KPI é importante para avaliar o modo como os funcionários são realmente especializados para executar suas atividades e identificar a necessidade de reciclagem. Mostram também se os clientes estão devidamente informados e se necessitam de algum tipo de instrução adicional para utilização dos sistemas.

Taxa de falhas ocorridas por tempo

Um elevado número de falhas ocorridas por dia ou mês compromete a satisfação dos clientes com os serviços prestados por uma empresa.

As falhas apresentadas podem expressar problemas de diversas origens, como incompatibilidade entre sistemas, necessidade de atualização e substituição de tecnologias obsoletas.

Taxa de retorno de investimento

Para que a TI dê suporte à estratégia de negócios da empresa, são necessários investimentos que se adequam à infraestrutura para executar as funções atribuídas ao setor. Para identificar se o orçamento gasto com TI foi restituído à empresa, pode-se avaliar aspectos como:

  • aumento de vendas em lojas virtuais e aplicativos: sites lentos ou que apresentam mau funcionamento comprometem as vendas por esse canais;

  • redução de retrabalho decorrente de falhas que levam à perda de informações;

  • diminuição do tempo que a empresa para devido a problemas nos sistemas. Consequentemente ganha-se produtividade.

Número de inconformidades com contratos identificados

A empresa deve estar constantemente em alerta sobre os contratos estabelecidos, especialmente aqueles que definem níveis de serviços e parâmetros de qualidade para que o serviço seja prestado. O não cumprimento desses termos ocasionam multas, rompimentos de contratos e prejuízos sérios à empresa.

Nesse caso, os KPIs criados e monitorados são estabelecidos a partir de itens que controlam a qualidade dos serviços, visando a aderência aos contratos assumidos com terceiros. Por exemplo:

  • tempo em que um sistema pode ficar offline;

  • velocidade do link de internet;

  • número de falhas em sistemas que pode ser apresentado por mês e de outros problemas operacionais que, em comum acordo, são toleráveis em alguma medida.

Dessa forma, vemos que as métricas de TI e os KPIs definidos para indicar a performance do setor de tecnologia da informação ajudam a validar as ações de suporte ao andamento da empresa.

Acompanhar o atendimento a esses parâmetros é uma forma de assegurar que a TI tem uma atuação estratégica na empresa, dá suporte para um contínuo ganho de performance e aumenta a percepção de qualidade por parte dos clientes.

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Como garantir maior estabilidade em seu data center?

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A estabilidade de data center é um dos principais fatores que contribuem para gerar agilidade e eficiência às operações da empresa. Diante de um mercado tão desafiador e em constantes mudanças como o atual, manter a competitividade tem sido cada vez mais difícil, levando os gestores a avaliarem novas soluções estratégicas, começando pelo setor de TI.

Isso significa, primeiramente, mudar a postura em relação às medidas reativas, passando a atuar no sentido preventivo. Com a estabilidade nas operações do data center, os gestores gastam menos tempo “apagando incêndios” e passam a se dedicar mais em projetos de implementações de melhorias, como novas ferramentas e recursos ou otimizando os já existentes.

As práticas mais recomendadas vão desde o monitoramento simples de incidentes até as tarefas mais complexas, como o mapeamento de conexões de rede e a remoção de servidores subutilizados.

Mas não é só isso. Você precisa atuar como um verdadeiro general para garantir que o data center não falhe nunca. Isso não quer dizer que seja difícil, mas é preciso adotar algumas estratégias específicas para dar certo. As principais nós listamos abaixo. Pronto para começar? Então, acompanhe!

Mantenha redes redundantes de energia

Um data center bem equipado consome uma alta carga de energia e cada servidor pode apresentar padrões de consumo diferentes em algum momento, conforme o seu uso, o que pode acarretar uma sobrecarga da rede elétrica e o desarme dos disjuntores, paralisando toda a empresa.

Para evitar que isso aconteça, instale uma ou mais redes de energia complementares para alimentar o data center. Ela pode atuar em conjunto com a principal, dividindo a carga e, com isso, aumentando o potencial energético da infraestrutura.

Além disso, tenha uma terceira solução para os casos de queda de energia. Um gerador que funcione a óleo diesel deve aguentar o funcionamento dos servidores e outros equipamentos de informática por um período suficiente até que o fornecimento se restabeleça.

Mantenha redes redundantes de internet

E não é só de energia que o data center necessita para ter alta disponibilidade. Mesmo que a empresa mantenha alguns servidores isolados da rede mundial, ela vai precisar de uma conexão com o mundo exterior, principalmente para agilizar os processos de vários departamentos. Isso faz com que a internet seja fundamental no processo. Mas e quando ela cai?

Hoje em dia, muitas empresas baseiam os seus negócios na internet, o que a torna indispensável. O problema é que o controle desse recurso, assim como a energia, precisa de estratégias para nunca falhar. O jeito é contratar outro fornecedor de internet (telecom), mas dessa vez, de uma empresa diferente. Assim, se uma apresentar problemas, poderá contar com outra.

Monitore o funcionamento do data center

Muitos gestores de TI não possuem uma rotina estratégica frequente de monitoramento das atividades registradas nos servidores, o que pode colocar em cheque a estabilidade do data center. A tarefa pode ser complicada sem as ferramentas e recursos certos, então, passe a adotá-los.

As ferramentas de monitoramento de infraestrutura de TI fornecerão informações sobre o uso da capacidade dos servidores, os estrangulamentos da rede, as tentativas de acesso não autorizadas e muito mais. Com uma ferramenta desse nível ficará mais fácil implementar uma rotina padronizada de monitoramento eficiente.

Adote fortes políticas de segurança

O acesso não autorizado de pessoas às informações da empresa está entre os fatores que podem comprometer o bom funcionamento do data center. Além de hackers, alguém mal-intencionado dentro da própria empresa pode invadir o sistema e causar um grande transtorno, como roubar dados sigilosos, alterar e deletar informações de negócios, etc.

Isso exige uma visão holística na hora de definir as estratégias de segurança. As principais devem ser:

  • usar a criptografia de senhas e dados da empresa para torná-los ilegíveis caso corrompidos;

  • instalar antivírus corporativos e configurar o firewall para reforçar a segurança contra invasões externas;

  • responsabilizar todos pelo sigilo e devido cuidado com as suas senhas de acesso aos sistemas;

  • exigir que gestores e colaboradores criem senhas fortes e façam alterações periódicas.

Tenha um plano de Disaster Recovery

Diante de falhas humanas, invasões aos sistemas, acidentes e desastres naturais, contar com um plano de recuperação é mais do que fundamental, é obrigatório. Já imaginou perder todas as informações e sistemas do seu data center e não ter uma cópia deles? Isso significaria recomeçar o negócio do zero. Então, não deixe a sua empresa vulnerável a esses riscos.

Antigamente, ter um plano de disaster recovery era caro demais, pois era necessário duplicar a infraestrutura e colocá-la em um segundo data center. No entanto, graças aos avanços da tecnologia e dos fabricantes de softwares, hoje em dia, já existe o que chamamos de DRaaS (Disaster Recovery as a Service). Um serviço de recuperação de dados e sistemas na nuvem com um preço infinitamente menor.

Ao ser implementado, ele pode ser programado para realizar backpus de forma regular e automática de todo o seu data center, armazenando a cópia em um data center diferente e realizando réplicas para servidores auxiliares. Tudo com muita segurança no processo, e principalmente com um tempo de start de minutos caso o seu data center principal sofra alguma falha.

Alcance a estabilidade com um data center na nuvem

Muitas empresas estão migrando suas infraestruturas de TI para a nuvem como forma de agregar força competitiva ao negócio. Afinal, as vantagens proporcionadas são muitas. Vejas as principais abaixo:

  • servidores auxiliares impedem que o sistema saia do ar diante de algum problema ou durante as manutenções e atualizações do servidor principal;

  • implementação de melhorias, como novos recursos, ferramentas e funcionalidades, são realizadas sem precisar paralisar o sistema;

  • fornece escalabilidade para atender a demandas sazonais (expansão e retração), pagando apenas pelos espaços e recursos que utilizar;

  • diminui a necessidade de investimentos em aquisições, manutenções e atualizações de softwares e hardwares;

  • agrega mobilidade às atividades operacionais e gerenciais da empresa;

  • neutraliza os riscos de perdas de dados por acidentes locais;

  • reduz custos com infraestruturas e espaços físicos.

Mesmo que você conte com uma equipe de TI completa e altamente capacitada, é importante ter o apoio de uma empresa especializada em data center para colocar essas dicas em prática. O resultado será uma troca de conhecimentos e experiências como jamais teve e uma infraestrutura de TI robusta e eficiente. Faça isso e alcance a tão sonhada estabilidade de data center.

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Entenda a importância da atualização tecnológica nas empresas para ter melhores resultados

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Não é segredo para ninguém que, a fim de manter o seu negócio competitivo no mercado, é preciso apostar em inovação. Por meio dessa iniciativa, a empresa consegue criar soluções eficientes, minimizar o impacto de eventualidades, antever situações adversas e gerar alternativas que proporcionem experiências positivas ao consumidor.

Nesse contexto, cada vez mais têm surgido tecnologias com a função de solucionar um problema específico, podendo ser aplicadas de acordo com a particularidade de cada negócio. 

No entanto, em um mar de novidades, que se expande cada dia um pouco mais, é preciso saber por onde navegar e buscar as soluções que vão apresentar respostas necessárias para o que você precisa, certo? 

Por isso, no texto de hoje, vamos falar mais sobre a atualização tecnológica empresarial, suas vantagens e alguns exemplos de ferramentas que podem ser a solução para os seus problemas. Boa leitura!

Por que ficar de olho nas novidades do mundo da tecnologia

Uma empresa que acredita que o seu produto já é bom o suficiente ao ponto de não precisar de inovação está fadada ao fracasso. Afinal, a melhoria na qualidade do serviço deve ser sempre uma meta a ser perseguida por qualquer gestor.

Outro erro comum cometido em algumas empresas é adiar ao máximo a atualização tecnológica, adotando novas ferramentas somente quando o mercado e seus concorrentes as obrigam a fazê-lo. Isso pode ocasionar um certo atraso e fazer com que elas percam competitividade. 

Mas quando então se torna necessária a atualização tecnológica empresarial? Para responder a essa questão, é preciso conhecer de perto a realidade e as necessidades da sua empresa. Como as novidades tecnológicas estão aparecendo cada vez mais rapidamente, é praticamente impossível acompanhar todas as atualizações — e isso nem sempre é financeiramente vantajoso. 

Por isso, é preciso conhecer as necessidades do seu negócio. Se os equipamentos já apresentam sinais de obsolescência ou desatualização, como falta de compatibilidade com componentes de hardware mais modernos, avalie a chance de investir em novas tecnologias. Caso contrário, verifique se uma atualização de sistema já está disponível.

 

3 vantagens do uso da atualização tecnológica empresarial

1. Aumento da produtividade

Uma tecnologia mais moderna traz consigo uma série de benefícios:

  • melhora a comunicação entre diferentes áreas da empresa;
  • facilita a gestão do tempo;
  • agiliza a realização de diversas tarefas.

Podemos resumir o impacto dessas melhorias apontando para o aumento da produtividade, já que essas práticas resultam na redução de tempo para completar as atividades e elevação do nível de qualidade no serviço entregue.

2. Otimização de processos internos

Uma outra mudança trazida pela atualização tecnológica nas empresas é a otimização dos processos internos. Algumas ferramentas conseguem ajudar o gestor a identificar onde estão os gargalos operacionais do seu negócio. Muitas vezes, algumas mudanças simples no fluxo de informações dentro da companhia podem representar grandes avanços. 

Por exemplo, um software pode, com uma velocidade muito maior, elaborar modelos que podem ser implementados pelo gestor.

3. Auxílio na tomada de decisão

Uma consequência direta do uso da tecnologia em qualquer nível de uma empresa é o auxílio ao gestor na tomada de decisão. Como mostramos nos itens anteriores, as ferramentas tecnológicas ajudam a identificar onde estão os problemas no fluxo interno e quais são os gargalos que impedem um aumento da produção, por exemplo. 

E é nesse momento que a tecnologia contribui para a tomada de decisão. Após enxergar mais claramente o cenário interno e externo do seu negócio e identificar os obstáculos, o gestor consegue tomar uma decisão mais rápida e adequada para solucionar essa situação ou adotar algum tipo de estratégia. 

 

3 ferramentas indispensáveis para uma boa atualização tecnológica empresarial

1. Cloud computing

Os serviços de cloud computing facilitam o acesso a informações por uma empresa ou um usuário de qualquer local. Esse modelo de infraestrutura na nuvem tem ganhado cada vez mais espaço nos últimos anos e já faz parte do dia a dia das pessoas.

O cloud computing está presente, por exemplo, no momento em que fazemos uma transação financeira usando um aplicativo do banco, acessamos uma planilha de custos pelo smartphone ou enviamos um arquivo pelo aplicativo do email no celular. 

Esse tipo de serviço desobriga o gestor de armazenar todo tipo de informação em um data center próprio e garante mobilidade para que as informações possam ser acessadas remotamente, por meio de um dispositivo conectado à internet. 

2. Data Center Virtual

Data Center Virtual funciona como uma espécie de nuvem privada, com equipamentos interligados e automatizados. Trata-se de uma tendência tecnológica cada vez mais adotada pelas empresas — a previsão é que em quatro anos, no máximo, esse sistema faça parte de todas as organizações.

O modelo virtual substitui a necessidade de instalar um data center físico na sua empresa.  Além disso, você não precisará se preocupar em negociar separadamente servidores, storages, switches, roteadores, entre outros equipamentos.

Entre as vantagens de um data center virtual, podemos destacar a economia de recursos, já que é possível pagar somente pelo espaço ocupado pela sua empresa. Há também uma facilidade maior de expandir o armazenamento, algo que pode ser solicitado sempre que for necessário. 

3. ERP

ERP (Enterprise Resource Planning) é um software que tem como objetivo principal ajudar o trabalho do gestor. O sistema organiza as informações e torna mais fácil a visualização dos processos. Além de manter um banco de dados sobre compras, vendas, estoque e clientes, por exemplo, o ERP também funciona como uma ferramenta que integra esses registros. 

Dessa forma, a tecnologia é usada para gerenciar e integrar os processos de todos os setores da empresa. E é aí que entra o trabalho do gestor, que passa a ter mais tempo disponível para tomar decisões importantes.

Com um ERP que consiga integrar os fluxos informacionais da empresa, o gestor consegue identificar os gargalos que precisam ser solucionados. Assim, o trabalho flui mais facilmente.  

Agora que você sabe das vantagens da atualização tecnológica empresarial e as ferramentas que podem ser usadas no seu negócio, siga-nos em nossas redes sociais para continuar por dentro deste e de outros assuntos relevantes! Nós estamos no FacebookLinkedIn e também no Twitter

Afinal, quais são as diferenças entre um cloud server e um data center virtual?

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Cloud Computing, ou computação em nuvem, é um termo que vem sendo empregado à exaustão no mercado de tecnologia da informação. Ainda assim, existe uma certa confusão ao definir estratégias e conceitos referentes ao modelo. Por exemplo, você consegue apontar com precisão a diferença entre servidor cloud (cloud server) e data center virtual? É necessário - ou mesmo possível - ter as duas soluções dentro da sua empresa? Quais as vantagens de cada uma das soluções?

Atualmente, são poucas as instituições que ainda não se renderam aos benefícios do cloud computing. Desde grandes corporações até pequenas empresas estão explorando, em maior ou menor grau, as características da nuvem em seus negócios. Assim, é importante cada vez mais ter bem claros os conceitos, de modo a tomar decisões embasadas em conhecimento e optar por soluções que sejam capazes de proporcionar melhor rendimento, menor custo e diferencial competitivo.

Nesse post, vamos explicar o que é cloud server e o que é data center virtual, mostrando as principais diferenças entre eles e qual das soluções é mais adequada para seu projeto. Venha conosco!

Cloud Server

Computação em nuvem não é um conceito novo, como se costuma pensar. Já na década de 1960, cientistas e estudiosos falavam no armazenamento de informações em um ambiente virtual, embora ainda não tivessem em mente a ideia exata sobre a forma como isso seria implementando.

Nos últimos anos, entretanto, ocorreu um verdadeiro “boom” do modelo, com especialistas dando conta da importância e das vantagens da computação em nuvem. Cada vez mais, é natural que usuários de todos os portes e segmentos façam uso dessa tecnologia em seus negócios pessoais ou profissionais.

Nesse contexto, servidor cloud (ou cloud server), é o conceito mais básico de cloud computing. Foi, na verdade, o primeiro serviço idealizado e promovido pelos provedores. Grosso modo e de maneira simples, trata-se – como o próprio nome indica – de um servidor armazenado na nuvem, ou seja, que não existe “fisicamente”, podemos assim dizer.

Elaborando um pouco mais o conceito: há algum tempo, as empresas tinham em seus parques tecnológicos equipamentos (geralmente robustos) que executavam determinadas tarefas, alguns sendo mesmo responsáveis por várias delas.

Por exemplo, imaginemos que uma determinada empresa utilizasse um servidor de arquivos. Na prática, se tratava de um computador (servidor), fisicamente localizado em uma sala do data center da empresa. Era encargo dessa empresa e de seus funcionários, portanto, comprar e manter esse hardware, cuidando de todos os aspectos para seu perfeito funcionamento.

Quando migramos para a nuvem, também temos um servidor, com as mesmas funcionalidades. A diferença é que ele é virtual, ou seja, não está mais fisicamente nas instalações da empresa. Agora, os gestores não precisam mais se preocupar com o hardware e as implicações decorrentes de sua aquisição e manutenção. Num cloud server, tudo é gerenciado pelo provedor, além de escalável e dinâmico.

Data Center Virtual

Continuando a analogia com a empresa que tinha um servidor de arquivos: naturalmente ela era obrigada a manter outros equipamentos para o funcionamento integral da sua solução de TI. Falamos aqui de roteadores, switches, racks etc. Em resumo, uma estrutura completa que permitisse a integração e comunicação entre os servidores e demais partes integrantes da rede da instituição. Todo esse aparato tecnológico assume o nome de data center, um conceito também básico.

A evolução natural do cloud server foi, então, o data center virtual, ou seja, um data center inteiro na nuvem. Assim como era “fisicamente”, o cloud server é apenas uma das partes que compõem o data center virtual. Um termo que designa com precisão esse modelo é o chamado IaaS (sigla em inglês para “Infrastructure as a Service”, ou “infraestrutura como serviço”). Na prática, é exatamente isso: toda uma estrutura tecnológica à disposição, porém contratada como serviço, ou seja, sem a necessidade de aquisição de hardware e tampouco espaço físico para sua instalação e manutenção.

Mais que isso, uma configuração simples de ser alterada, de acordo com as necessidades da empresa a cada momento e sem os custos e embaraços de ter máquinas e outros equipamentos sob sua guarda. Em termos práticos: se a configuração utilizada não atende mais aos requisitos da empresa, não é necessário comprar outros equipamentos e ficar com os antigos obsoletos. Com o data center virtual, basta ajustar e alterar os recursos contratados, uma vez que tudo é contratado como serviço e escalabilidade é a palavra-chave do modelo.

Diferença entre Cloud Server e Data Center Virtual

Conforme já explicado, a grande diferença entre os dois conceitos é que o cloud server deve ser considerado em escala menor. Em outras palavras, o servidor é apenas um dos itens do data center virtual. Esse, por sua vez, é uma evolução e um passo maior na tecnologia empregada.

É possível contratar apenas um cloud server como serviço isolado, mantendo o data center físico. No entanto, quem opta por contratar um data center virtual está inevitavelmente levando também os servidores (cloud servers), já que nesse caso falamos de infraestrutura (IaaS). O servidor é a base de tudo, enquanto o data center é a solução completa.

Qual a melhor solução para minha empresa?

Na verdade, não há uma regra que defina, inequivocamente, se um cloud server ou data center virtual é a melhor escolha em todos os casos. A decisão passa sempre pelo porte da empresa e, em especial, pelo tamanho do projeto.

Assim é que, para projetos menores e menos ambiciosos, pode ser suficiente a utilização de um cloud server. Projetos mais amplos, por sua vez, podem exigir uma infraestrutura que justifique a contratação do data center virtual.

A principal vantagem do data center virtual é que além dos servidores, uma rede completa é montada na nuvem, incluindo roteador, switches e firewall. Tudo está disponível no painel do data center virtual. Já em um cloud server, estamos falando de um único servidor isolado, onde você tem o controle apenas daquele servidor em específico.

De qualquer forma, como dito, a melhor escolha vai depender do tamanho e objetivos do projeto em questão. A melhor dica, nesse caso, é ter o acompanhamento de profissionais especializados para dimensionar a solução de acordo com as metas e o budget da empresa.

Nesse post, explicamos os conceitos e as principais diferenças entre cloud server e data center virtual. Quer ficar sempre atualizado com as principais novidades em TI? Siga-nos nas redes sociais! Estamos no FacebookTwitter e LinkedIn.

Como uma boa infraestrutura pode evitar problemas de segurança da informação em empresas?

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Informações representam um dos ativos mais importantes para qualquer negócio, e o volume de dados com que as empresas vêm trabalhando cresce a cada dia. Isso torna a segurança da informação um quesito fundamental, entrando na lista das estratégias mais importantes para uma infraestrutura de TI bem montada.

Muitos desses dados se tratam de informações pessoais de clientes (dados bancários, documentações, etc.), de fornecedores e da própria estratégia de negócios da empresa (business intelligence).

Essas informações possuem um nível mais elevado de sigilo, exigindo atenção especial na proteção, pois, se houverem violações e/ou vazamentos, a imagem da empresa pode ficar comprometida, podendo até ter que encarar processos judiciais.

E não é só por motivos de invasão e roubo das informações que falamos nisso: acidentes acontecem e existe o risco de haver a perda total dos dados armazenados. Isso seria como trabalhar no escuro, sem direção.

Para evitar que isso aconteça na sua empresa, preparamos um post explicativo para você entender como uma boa infraestrutura de TI pode evitar problemas de segurança da informação. Confira!

1. Realizando backups de dados regularmente

Uma boa infraestrutura de TI deve contar com um Data Center blindado por meio de uma série de políticas de segurança. Uma delas é o sistema de backups automatizados, que realiza cópias dos dados da empresa e as replica para servidores auxiliares.

Essa estratégia garante o acesso às informações em casos de queda do servidor principal, problemas com os sistemas da empresa e/ou com algum hardware, sem que seja necessário interromper as operações do negócio. Além disso, os dados ficam protegidos contra perdas parciais e/ou totais em desastres naturais ou não.

Os backups podem ser configurados para serem realizados com um intervalo certo de tempo — uma vez por dia, uma vez a cada três horas, etc. A frequência vai depender do nível de importância dos dados para o negócio e dos riscos que ele corre nas transações. Bancos são um exemplo de nível máximo de segurança exigida nessas situações.

Outra configuração que pode ser feita é selecionar quais dados terão cópias de backup. Com o intuito de economizar espaços de armazenamento em servidores e ter arquivos mais leves, os gestores podem avaliar quais dados não necessitam de backups, quais podem ser copiados com menos frequência e quais terão maior frequência.

O backup regular de dados é uma ótima maneira de garantir a proteção de todas as informações confidenciais da empresa e dos seus clientes.

2. Fornecendo níveis de acesso limitados

Dentro da organização, gestores e profissionais de diferentes departamentos precisarão acessar os dados para trabalharem, mas isso não significa que esses dados não possam ser limitados. Uma infraestrutura de TI bem montada deve ser capaz de limitar esse acesso em níveis de necessidade.

Por exemplo, um gestor de finanças deve ter um login e senha que o autorize acessar dados financeiros e contábeis. Já para um colaborador da área de vendas, apenas o acesso a preços e descrições de mercadorias registradas no sistema pode ser suficiente para que ele trabalhe sem problemas.

Esses níveis de autorização podem ser classificados também para permitir o acesso com liberdade para inserção, exclusão e edição de dados ou apenas para a visualização deles, não sendo permitida qualquer alteração.

Limitar os acessos somente ao pessoal necessário garante a redução dos riscos de violação dos dados. Essas restrições podem ser realizadas através de uma infraestrutura virtual, o que significa que mesmo os funcionários que trabalham remotamente terão acesso às informações de que precisam sem a necessidade de estarem presentes na empresa.

Os níveis de acesso aos dados são personalizáveis e podem ser alterados para refletir os requisitos atuais a qualquer momento por indivíduos ou acesso de grupo, aumentando a segurança da informação na empresa.

3. Gerando senhas fortes para os usuários

Apesar de parecer simples, as senhas podem ser uma ferramenta eficaz na proteção das informações, impedindo o acesso não autorizado aos dados financeiros e pessoais dos seus clientes.

As senhas podem ser configuradas por usuários individuais, grupos de profissionais e por níveis de acesso, como mencionado no tópico anterior, mas não adianta fazer só isso.

Além da responsabilidade dos colaboradores e, principalmente, dos gestores com relação à proteção da privacidade de suas senhas, os gestores de TI devem obrigar o cadastro de senhas complexas (fortes) e a alteração delas de tempos em tempos para não correr riscos.

Por fim, as senhas devem ser criptografadas para dificultar ao máximo as ações cibercriminosas. Com essas medidas, a infraestrutura de TI da empresa contribui diretamente para o reforço da segurança da informação.

4. Criptografando documentos importantes

A criptografia é uma estratégia de segurança que deve ir além da proteção de senhas. A tecnologia deve ser utilizada também para tornar os documentos e informações da empresa ilegíveis em casos de acessos não autorizados.

Ou seja, para acessar um documento confidencial ou informação mais delicada em sua forma descriptografada, os usuários devidamente autorizados deverão utilizar uma chave ou senha secreta. Somente esses usuários poderão acessar essas informações, tornando esta uma maneira efetiva de proteger as informações dos seus clientes no dia a dia.

Lembrando que uma boa estratégia de criptografia pode ser suportada por uma ampla gama de sistemas operacionais, incluindo as versões mais atualizadas do Windows e Linux.

5. Atualizando a segurança dos servidores

Quem trabalha com o gerenciamento de servidores por meio dos sistemas operacionais Linux e Windows deve sempre ficar atento às atualizações de segurança disponíveis. Essas atualizações devem atuar na correção de falhas, reduzir ou eliminar as vulnerabilidades encontradas no sistema e reforçar a proteção contra invasões.

Geralmente, a maior parte das ocorrências de invasões ocorre justamente devido à falta de atenção por parte do SysAdmin (responsável pela configuração e manutenção dos servidores de rede), comprometendo a segurança das informações na empresa.

Para resolver isso, a infraestrutura de TI deve contribuir para permitir que o sistema operacional avise sempre que uma atualização estiver disponível e, mediante autorização manual ou automática, permita que ela seja instalada e configurada automaticamente.

Seja por meio de servidores locais, na nuvem ou uma mescla de ambos, os gestores de TI devem atuar com vigor na formação de uma infraestrutura de TI bem protegida, criando uma política forte para a segurança da informação. Afinal, com a evolução das tecnologias de Big Data e Big Data Analytics, a informação será um dos ativos mais valiosos que a empresa pode ter.

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Como o cloud computing pode ajudar na redução de custos com data center?

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Quem está atento ao mercado sabe que a tecnologia de Cloud Computing e Data Center Virtual tem assumido um papel estratégico cada vez maior em empresas de todos os portes, especialmente na entrada para a Era do IaaS (Infrastructure as a Service).

E isso não ocorre por acaso: se forem bem implementadas e alinhadas com as estratégias de negócios, as soluções de Cloud Computing e Data Center Virtual podem impactar positivamente os processos e operações de uma empresa, gerando grandes benefícios como ganho de produtividade, aumento do desempenho e redução de custos.

Quer saber como o Cloud Computing e Data Center Virtual podem contribuir para a expansão do seu negócio? Acompanhe a leitura!

Entendendo o Cloud Computing e Data Center Virtual

O termo Cloud Computing trata sobre um conjunto de tecnologias baseadas na nuvem. A nuvem, por sua vez, é um serviço que permite acesso e armazenamento remoto de dados, arquivos e aplicações. Já o Data Center Virtual se baseou em todo esse conceito para entregar o que chamamos de IaaS (Infraestrutura como Serviço), onde as empresas conseguem montar todo o seu data center através de um painel de controle na nuvem, esquecendo completamente o conceito de data center e máquinas físicas.

Você já faz uso cotidiano de Cloud Computing quando realiza transações financeiras a partir do celular, acessa um arquivo em um repositório online ou assiste filmes no Netflix, por exemplo.

No meio empresarial, essa mesma tecnologia possibilita que documentos e programas sejam acessados por diferentes plataformas através da internet, em qualquer lugar do mundo, bastando para isso um login e uma senha. Mas como isso afeta os custos do seu negócio?

Onde os custos são reduzidos

É importante entender que, com o Data Center Virtual (ou VDC – Virtual Data Center), os servidores, storages, switches e roteadores deixam de ser armazenados em data centers locais ou físicos (modelo sala cofre ou co-location, por exemplo) e passam a operar dentro da nuvem, protegidos por medidas rígidas de segurança. Muda completamente o conceito de aquisição de equipamentos físicos (CAPEX) para uma assinatura recorrente mensal (OPEX), mas falaremos melhor sobre CAPEX x OPEX mais abaixo.

Quando uma empresa opta por manter um data center físico (sala cofre ou co-location), ela precisa investir em uma série de questões operacionais e de infraestrutura, como:

  • aquisição de servidores, equipamentos e soluções tecnológicas;
  • contratação de profissionais especializados para manutenção e gestão de toda a infraestrutura física;
  • compra de softwares;
  • gastos com energia elétrica;
  • compra ou aluguel de espaço físico;
  • entre outros exemplos.

A solução de Data Center Virtual, por outro lado, é vendida como serviço e sob medida, de acordo com as necessidades específicas de cada cliente. Ou seja, você só vai pagar pelos recursos computacionais que forem utilizados (storage, memória, CPU e banda), de forma semelhante às faturas de água ou energia elétrica.

Além disso, a gestão e a manutenção de infraestrutura, monitoramento e atualizações de tecnologias deixam de ser tarefas da sua equipe de TI e passam a ser responsabilidade do provedor de cloud contratado. A sua empresa pode esquecer totalmente que existe um ambiente físico por trás, assim como as necessidades de gerenciamento e manutenção dessa infra.

Percebeu como o Data Center Virtual reduz os gastos com aquisição de equipamentos e gerenciamento de infraestrutura? Veja mais benefícios dessa tecnologia para o orçamento dos seus negócios:

Flexibilidade

A solução de Data Center Virtual é muito mais flexível do que os data centers físicos, pois são altamente escaláveis e permitem expandir ou reduzir os recursos computacionais disponíveis sempre que for necessário.

Vamos supor que os seus negócios estejam se preparando para a chegada das vendas de fim de ano. No Data Center Virtual, basta duplicar os recursos computacionais no painel de controle, e reduzi-los novamente após a passagem dos picos de vendas, e consequentemente dos picos de consumo de recursos.

Tal elasticidade não seria possível no caso de um data center físico. Para começar, seria preciso adquirir novos bens de capital, como servidores e storages, para ampliar toda a infraestrutura física do seu data center. Além da grande demora e do alto custo para concluir esse upgrade, após a passagem do período de pico, o que você faria com a infraestrutura física já comprada? Com certeza ficaria ociosa, tendo ainda o custo para manter ativo (espaço nos racks e energia elétrica).

Tecnologia de ponta

Todos os meses surgem modelos mais avançados e eficientes de equipamentos de TI. Por isso, quando uma empresa opta por manter um data center físico, não é incomum que todos os seus equipamentos estejam obsoletos dentro de um prazo de 3 ou 4 anos.

E nos casos de negócios com picos de vendas sazonais, a ampliação da infraestrutura física pode não justificar o alto investimento necessário, já que os equipamentos adquiridos vão cair na obsolescência assim que as vendas esfriarem.

Por isso é possível afirmar que o Data Center Virtual diminui os gastos com infraestrutura sem diminuir o desempenho da TI, já que você poderá utilizar tecnologia de ponta a um custo bem mais baixo do que se mantivesse um data center físico.

Retorno sobre investimento

A implementação do Data Center Virtual pode ser traduzida na migração de CAPEX (Capital Expenditures) para OPEX (Operating Expenses).

Isto é, em vez de investir na compra de bens de capital, como hardwares e softwares de última geração, sua empresa passa a flexibilizar os custos operacionais ou mesmo terceirizar serviços para garantir a continuidade dos negócios.

Ao cortar os investimentos para a expansão e gerenciamento de toda a infraestrutura de data center físico da sua empresa, o Data Center Virtual pode gerar uma economia de até 40% no orçamento.

Além disso, como as suas equipes de TI não precisarão mais lidar com as questões de infraestrutura física, sobrará mais tempo para focar nos objetivos prioritários do seu negócio, gerando aumento de produtividade.

Em outras palavras, a implementação do Data Center Virtual vai agregar mais valor estratégico ao seu negócio, especialmente se você pretende acompanhar a tendência da transformação digital e se manter competitivo no mercado nos próximos anos.

Segurança

Alguns gestores de TI ainda hesitam em aderir ao Cloud Computing e Data Center Virtual, com o argumento de que a nuvem não garante toda a estrutura de segurança necessária para os dados corporativos. Isso não é verdade.

Basta analisar um data center local: como qualquer outra estrutura da empresa, ele fica sujeito a danos físicos, problemas decorrentes da falta de manutenção dos equipamentos, desastres naturais (inundações e incêndios, por exemplo), invasões ou até mesmo roubos por parte de terceiros.

Um Data Center Virtual, por outro lado, fica em um ambiente altamente protegido, com padrões de segurança bastante rígidos. E como você já sabe, é responsabilidade do provedor contratado garantir a segurança dos dados e aplicações armazenados na nuvem, estabelecendo os níveis de serviço esperados já na etapa do contrato.

E mesmo que ocorram problemas na infraestrutura do seu fornecedor de Data Center Virtual, a nuvem permite a realização de Disaster Recovery (DR) também como serviço — ou seja, o redirecionamento para um outro data center, evitando que a operação do seu negócio seja prejudicada. O próprio provedor de cloud pode oferecer DR na elaboração do seu projeto, mantendo em um único contrato uma solução completamente espelhada e redundante para o seu data center.

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Como beneficiar a produtividade da sua equipe de TI?

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Saber como aumentar a produtividade da equipe de TI é um importante passo, especialmente para manter o negócio rentável e competitivo no mercado. De acordo com pesquisas, apenas 39% do expediente de trabalho é realmente produtivo — número extremamente baixo.

A questão é: como isso pode ser feito? É preciso investir nas mais diversas ferramentas, desde sistemas que melhorem a comunicação interna até o desenvolvimento de OKRs relevantes. Desse modo, grandes resultados podem ser conquistados.

Pensando nisso criamos um guia especialmente para você. Nele, vai descobrir como aumentar a produtividade da equipe de TI da sua empresa. Continue lendo nosso conteúdo e fique por dentro do assunto. Boa leitura!

Torne-se um líder de alto desempenho

O primeiro passo para ter um time de alto desempenho é ser um líder de alto desempenho. Isso significa que você também deve entregar mais resultados, ser disciplinado, abraçar os valores da empresa e se manter próximo aos colaboradores.

Um verdadeiro líder deve ser uma inspiração para seus subordinados. Para tal fim, deve saber liderar pelo exemplo. A antiga frase “faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço” deve ser completamente esquecida. Então, primeiro, desenvolva-se como líder.

Dê um propósito de atuação ao time de TI

Toda equipe produtiva precisa de um propósito, algo que seja real e que vá além dos interesses financeiros da companhia. Segundo Simon Sinek, consultor norte-americano, esse propósito é expresso pelo “por que” se faz o que faz, e isso dá sentido ao trabalho.

Para criar um propósito, ao menos duas coisas devem ser analisadas. Primeiro, é preciso refletir sobre quem a equipe vai impactar, pode ser os clientes ou outros stakeholders. Depois, qual problema será solucionado, o que pode variar de acordo com o trabalho de cada equipe.

A declaração final deve ser realista, mas também grande o suficiente para inspirar a equipe à ação. Também é preciso que elimine o problema do falar/fazer, quando se diz uma coisa, mas, na prática, se faz algo totalmente diferente.

Mantenha a equipe atualizada

O ambiente externo tem mudado rapidamente. Hoje, é possível falar em inteligência artificial e em um imenso processamento de dados, coisas cada vez mais comuns dentro das empresas. Então, para garantir que o time seja produtivo, é preciso mantê-lo qualificado.

Um profissional competente possui o conjunto das habilidades, conhecimentos e atitudes para realizar suas tarefas diárias com mais excelência. Assim, é possível que realizem ajustes, programações e assistências com maior celeridade e assertividade.

Defina os objetivos e resultados-chave (OKR)

Por muito tempo utilizou-se metas inteligentes, também conhecidas como S.M.A.R.T. Esse padrão é muito interessante, mas nem sempre produz os resultados necessários. Por isso, é cada vez mais comum ver empresas atuando com base em OKRs.

Esse nome vem do inglês Objectives and Key Results. Foi originalmente desenvolvido pela Intel, mas ficou conhecido graças a sua aplicação na Google ainda em 1999. Grosso modo, consiste em desenvolver um objetivo ambicioso e, depois, desmembrá-lo em pequenos fragmentos que sejam mensuráveis, os resultados-chave. Veja um exemplo:

Objetivo: potencializar o processo de testes

  • KR1: reduzir em 25% o ciclo construir-medir-aprender;
  • KR2: realizar 5 sessões de testes por semana com o público-alvo;
  • KR3: reduzir em 10% o absenteísmo da equipe.

Melhore o processo interno de comunicação

O setor de TI passa por diversas mudanças ao longo do dia, então é preciso ter uma comunicação eficiente. Quando não planejada, é provável que as informações desejadas não cheguem ao lugar certo, no momento certo e deixem espaços para fofocas.

Para melhorar esse processo, é preciso diagnosticar os atuais canais de comunicação e avaliar se eles estão produzindo efeitos. Se precisar, implemente novos canais, tais como: murais de recados, redes sociais corporativas, aplicativos mobile, etc.

Mas só isso não basta, é necessário promover uma mudança na cultura da equipe. Cada membro do time de TI deve entender a comunicação como algo realmente importante, capaz de poupar trabalho e garantir a execução perfeita das atividades diárias.

Gerencie o tempo do time de trabalho

É importante estabelecer prazos curtos para realização dos projetos e estar presente para cobrar a entrega na data certa. Diga que tudo pode ser feito em apenas algumas horas, dias ou, se for algo realmente complexo, semanas de trabalho duro.

Para que isso aconteça na prática, será necessário educar o time quando a gestão do seu tempo. Uma importante ferramenta é a matriz do tempo. Ela divide as tarefas diárias em urgentes e não urgentes. Depois, em importantes e não importantes. Assim, todos poderão focar no que é realmente importante e deve ser feito naquele dia.

Ofereça feedbacks contínuos

O feedback é um retorno de informação, falar para cada profissional sobre seus pontos positivos e negativos dentro da empresa. Desse modo, é possível que todos tenham uma noção muito mais clara do que precisam fazer para otimizar seus resultados.

Muitos gestores ainda possuem receio de oferecer feedback, seja pela falta de conhecimento ou mesmo desinteresse sobre o assunto. Mas esse é um grande equívoco. Lembre-se sempre que deixar esse assunto de lado é castigar a equipe com indiferença.

Um bom feedback deve ser equilibrado, abordando os prontos positivos e negativos de cada profissional avaliado. É indicado que inicie a conversa com um ponto positivo, depois inclua uma crítica construtiva e encerre a conversa com uma palavra de incentivo ao profissional.

Motive grandes resultados

Para Victor Vroom, criador da teoria das expectativas, a motivação dos profissionais é instigada com base em dois principais fatores: a expectativa de alcançar os objetivos e o valor atribuído aos mesmos. Desse modo, se um profissional de TI não acredita que é possível alcançar determinado resultado ou não enxerga valor nisso, não se sentirá motivado.

Então, é importante estabelecer objetivos realistas e recompensas que sejam desejadas pela equipe. Essas recompensas podem ser financeiras (bonificações, comissões, participação nos lucros) ou não financeiras (dia de folga remunerada, vaga exclusiva na garagem, etc.).

Veja, essas são importantes dicas para beneficiar a produtividade do time. Ao aplicá-las, conseguirá funcionários mais competentes, determinados e engajados na realização das atividades diárias. Desse jeito, resultados épicos serão alcançados!

Gostou do nosso conteúdo? Está pronto para aumentar a produtividade da equipe? Agora aproveite para curtir nossas redes sociais (Facebook, LinkedIn, Twitter) e ficar sempre por dentro das nossas novidades.

Como escolher um Datacenter Virtual?

Aumento de custos

Como escolher um datacenter virtual? Como ter as melhores soluções em armazenamento e processamento de dados? Tal questionamento ronda a mente de muitas pessoas ligadas ao setor de tecnologia.

Na verdade, é preciso antes de tudo, analisar as necessidades de sua empresa, para então nortear o processo de como escolher um Datacenter Virtual e então, usufruir de toda a praticidade tecnológica em armazenamento e processamento de dados.

Segurança e disponibilidade

Independente do sistema de infraestrutura adotado pela empresa, seja ele nuvem privada, pública e/ou híbrida, e até mesmo no que tange os servidores dedicados, é preciso levar em conta dois fatores fundamentalmente essenciais: segurança e disponibilidade. São estes dois fatores que imprescindivelmente dever nortear a escolha de um Datacenter Virtual.

Segurança para proteger armazenamento de dados, e disponibilidade para que o processamento de dados flua sem os famosos “bugs” e “engasgos do sistema”, o que muitas vezes compromete a empresa, sua reputação e sobretudo, gera prejuízos.

Serviço de infraestrutura eficiente: invista numa empresa confiável

O contexto atual mostra que nem todas as empresas de tecnologia estão alinhadas à necessidade de cada empresa que demanda um serviço de infraestrutura eficiente em TI e em datacenter Virtual.

Para escolher o sistema mais eficiente em termos de Datacenter Virtual, antes de tudo, é necessário identificar o provedor adequado. Além disso, tenha em mente que possuir soluções anti-DDoS é mais do que uma necessidade, é item obrigatório para que o Datacenter Virtual seja executado em toda sua potencialidade, com menos chances de sucumbir a ataques DDoS, cada vez mais comuns neste cenário atual.

Na dúvida ainda sobre como escolher um Datacenter Virtual eficaz e que satisfaça as necessidades de sua empresa? Fale agora mesmo com a equipe de atendimento da EVEO, uma empresa conceituada na área de tecnologia, referência em Datacenter Virtual e em oferecer as mais efetivas soluções aos seus clientes.

Qual a diferença entre hospedagem cloud e servidores dedicados?

servidor-dedicado

Segundo sua concepção, hospedagem cloud e servidores dedicados são a mesma coisa, ou cada termo comporta características próprias que os diferenciam?

É provável que você tenha ficado em dúvida agora, o que é bem normal, pois certamente você não é o único. Muitas pessoas possuem uma visão pouco clara sobre estes termos, pois desconhecem determinadas vantagens atribuídas a um dos lados, e sobretudo por ambas ferramentas atuarem na hospedagem, responsável por disponibilizar o conteúdo da sua empresa, na rede mundial de computadores, a internet.

Conheça a seguir os pontos que diferenciam a hospedagem cloud e servidores dedicados.

Hospedagem cloud

Formada por uma nuvem virtual, o sistema de hospedagem cloud armazena dados, bem como realiza o processamento. Se trata de uma plataforma altamente flexível e adaptável as reais necessidades do sistema de TI da empresa.

A estabilidade é outro ponto favorável ao uso da hospedagem cloud, pois na ocorrência de qualquer falha, os servidores cloud são assumidos por demais equipamentos que estão prontos para evitar qualquer interrupção do sistema.

Além disso, com a hospedagem cloud, há o monitoramento funcional, capaz de prevenir sobrecargas de acesso ao site, garantindo que ele esteja sempre no ar.

Em suma, a hospedagem cloud propicia escalabilidade, garantia de processamento, proteção e disponibilidade.

Servidores dedicados

Para quem necessita de alta performance de hardware, o servidor dedicado dá conta do recado. Com eles você poderá exercer o gerenciamento do servidor, com autonomia e acesso completo.

Além do desempenho otimizado do sistema, com velocidade que atende a alta demanda de volume de dados, os servidores dedicados podem atingir a velocidade de conexão de até 1 Gbps, tudo de acordo com o que o cliente necessita.

Precisa de serviços de hospedagem cloud ou de servidores dedicados? Está em dúvida sobre em qual dos dois deve investir? A EVEO está aqui para te ajudar nesta escolha. Fale agora mesmo com nossos consultores e faça a escolha mais adequada ao perfil de sua empresa.

Dúvidas de contratação sobre Datacenter Virtual

Datacenter Virtual

Contratar o serviço de um Datacenter Virtual é a solução encontrada por diversas empresas para simplificar a estrutura de um datacenter local, expandi-la e até mesmo, minimizar os custos, obtendo assim melhor performance com mais benefícios.

Você tem dúvidas na contratação de um Datacenter Virtual? Então confira este artigo com alguns dos principais questionamentos acerca do tema e sinta-se mais seguro ao investir neste serviço.

O que é Datacenter Virtual?

Trata-se de um serviço que comporta uma infinidade de recursos capazes de propiciar uma vasta gama de benefícios para a TI de sua empresa. É a melhor maneira de substituir os equipamentos de datacenter ultrapassados, conferindo otimização de todo o sistema com a melhor relação custo e benefício.

O gerenciamento do Datacenter Virtual é feito em tempo real?

Através de um painel de controle completo e de fácil usabilidade, é possível gerenciar todo o sistema ao vivo, em tempo real. Por ele você é capaz de distribuir vCPUs e a quantidade de memória necessária, de acordo com a demanda do momento.

Com a contratação do Datacenter Virtual, posso escolher imagens?

É importante salientarmos que imagens Linux e Windows podem constar no Datacenter Virtual, de acordo com sua necessidade.

O que posso gerenciar?

Com a contratação do Datacenter Virtual é possível gerenciar desde a distribuição de IPs, switches, servidores que rodam em Linux e /ou Windows, roteadores, firewall, e até mesmo balanceadores de carga com alta-disponibilidade.

A execução de banco de dados é permitida?

Sim, desde banco de dados de código aberto, até mesmo outros de códigos licenciados, caso por exemplo do Microsoft SQL Server.

Ao contratar o serviço de Datacenter Virtual da EVEO, por exemplo, o cliente ainda conta com suporte 24 horas por dia, sete dias por semana, ou seja, você nunca ficará “na mão”.

Mais dúvidas na contratação do serviço de Datacenter Virtual? Deixe-as nos comentários e entre em contato.