PaaS — Compreenda como funciona uma Plataforma como Serviço

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Atenção empresas que atuam como SaaS (Software as a Service)! Se existe a necessidade de uma infraestrutura mais completa, segura e de alta performance, a PaaS (Platform as a Service) deve ajudar o seu negócio a decolar.

Com uma plataforma como serviço, os profissionais não precisam mais se preocupar com sistemas operacionais e infraestruturas, tendo soluções específicas para aumentar o foco no core business (essência do negócio).

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Quais recursos uma plataforma como serviço entrega?

Pense no momento em que você precisa instalar um sistema operacional. A implementação acontece por meio de uma instalação sequencial e demorada, já que envolve uma série de configurações e drivers diferentes. Além disso, precisará de um software e um banco de dados específico para fazer a integração.

Com a plataforma como serviço, todo esse processo pode ser abolido, pois ela entrega um ambiente com a implementação já realizada, permitindo que o foco dos profissionais seja direcionado somente para o que realmente importa: a aplicação final. Não importa o tipo de serviço que oferece, a PaaS servirá como um atalho, agilizando o processo de implementação e eliminando a necessidade de manutenção em todas as etapas.

Quais são as vantagens da PaaS para o negócio?

A plataforma como serviço entrega uma vasta gama de benefícios para quem usa. A seguir, nós listamos os principais. Confira!

1. Pode ser usada como estratégia de negócios

Considerando que a PaaS elimina a necessidade de se preocupar com a parte da infraestrutura, torna-se uma solução inteiramente voltada para a otimização das operações. Ou seja, os profissionais de TI podem focar o desenvolvimento do core business. Dessa forma, o trabalho é reduzido, o que significa entregas mais rápidas. O resultado é o aumento da força competitiva do negócio.

2. Permite maior controle dos ativos de TI

Quando a empresa adota uma solução do tipo plataforma como serviço, também passa a ter uma visão mais clara do que mantém nos servidores. Isso facilita a organização, monitoramento e controle dos ativos intangíveis, como softwares e bancos de dados repletos de scripts e linguagens de programações.

3. Possibilita a entrega de microsserviços

Microsserviços representam diversas implementações menores e separadas por competências dentro de um mesmo ambiente. Com a PaaS, é possível dividir as aplicações da empresa em microimplementações e obter uma escala de competências mais pontuais e qualificadas.

Por exemplo: a empresa pode manter o site, os sistemas e o banco de dados separados, adicionando uma competência a cada uma das frações, o que permitirá escalar somente a parte que realmente é necessária.

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4. Gera economia de custos

Com base na implementação de microsserviços, a segmentação contribui para gerar uma grande economia para o negócio, uma vez que reduz a necessidade de investimentos em ambientes e recursos que não são tão importantes assim para o negócio. Além disso, a segmentação reduz drasticamente o uso da capacidade de processamento e memória do CPU, sem reduzir a qualidade dos serviços entregues, o que torna a empresa mais produtiva.

5. Favorece a escalabilidade

A plataforma como serviço pode ser encarada como uma ótima solução de escalabilidade, pois ela entrega um ambiente com espaços, ferramentas e recursos altamente escaláveis. Na verdade, a estrutura é elástica, permitindo que o negócio cresça de forma sustentável ou atenda a picos de demandas sazonais — crescendo e retraindo em estrutura.

Isso quer dizer que, se houver um pico de acesso no site ou no uso de uma ferramenta específica, a plataforma se adapta a ele automaticamente e fornece um atendimento no mesmo nível de qualidade.

Qual é a diferença entre PaaS privada, pública e híbrida?

A diferença está, principalmente, nos equipamentos (servidores, storages, cabeamentos e outros componentes) utilizados. Se a empresa optar por comprar e manter a infraestrutura por conta própria, ela terá uma PaaS privada. Caso migre a infraestrutura para a nuvem (data centers de terceiros), mantendo ela online, a organização terá uma PaaS pública. Agora, se a empresa usar os dois tipos de infraestrutura, então ela terá uma PaaS híbrida.

A PaaS pública é o tipo mais utilizado, principalmente pelas PME’s (Pequenas e Médias Empresas) e startups. Já a PaaS privada é mais comum entre as grandes empresas, pois elas investem mais em infraestrutura para manterem sob domínio próprio os equipamentos, recursos e informações mais sensíveis, como estratégias de negócios e dados sigilosos.

Com a terceira opção (PaaS híbrida), é possível aproveitar o melhor de cada infraestrutura, agregando ainda mais potencial aos serviços prestados. Porém, cada opção entrega benefícios diferentes e deve ser escolhida com base nas necessidades do negócio.

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Quem deve usar as tecnologias de PaaS?

As empresas que vendem serviços e funcionalidades em forma de softwares (SaaS), como a automação de processos, por exemplo, não podem deixar de contar com as tecnologias de PaaS, independentemente do segmento em que atuam ou da complexidade das soluções que oferecem. Isso porque ela entrega um ambiente com alta disponibilidade, completo e já montado para executar aplicações, o que aumenta a performance dos serviços fornecidos.

A PaaS é mais aderente à linguagem de desenvolvimento. Isso significa que, se a organização tem um software elaborado de tecnologia de mercado, a solução funcionará bem. Ou seja, se a empresa tem somente o software para operar em nuvem e não depende de um sistema operacional customizado, como os de padrão Windows e Linux, a plataforma como serviço será a solução ideal para o negócio.

Operar PaaS também exige certa familiaridade com o GIT (sistema de controle de versões de arquivos). Essa ferramenta é muito comum entre os desenvolvedores de aplicações, pois favorece o direcionamento e integração contínua, além da transição para a PaaS.

Qual a relação entre DevOps, OpenShift e PaaS?

O DevOps (Development + Operations) é a base de sustentação para o conceito de desenvolvimento e entrega contínua de aplicações. Como a PaaS faz a integração entre os sistemas e equipes por trás deles, favorece a implementação da metodologia de forma natural.

Além disso, a PaaS depende muito da tecnologia OpenShift (sistema de conteinerização que torna possível a entrega de microsserviços) para ser montada e gerenciada. O OpenShift é a tecnologia mais utilizada em DevOps e a PaaS é a solução de integração mais usada em DevOps. Dessa forma, podemos dizer que a PaaS estimula a automação de processos, integração dos serviços, entrega contínua e todos os principais conceitos de desenvolvimento avançado.

Agora que você entende como funciona a plataforma como serviço, deve imaginar como a PaaS poderia ajudar a otimizar as operações do seu negócio, certo? Não fique só na imaginação! Torne essas vantagens uma realidade na empresa.

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