Vantagens da tecnologia de Containers: 5 informações essenciais

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As vantagens da tecnologia de containers estão sendo cada vez mais exploradas pelos profissionais de TI. Essa tecnologia, que é uma tendência ainda pouco utilizada, deve ter a sua adoção amplificada na medida em que o mercado vai se adequando e aprendendo a trabalhar com ela.

Por falta de um conhecimento mais amplo, a tecnologia de containers ainda é muito confundida com a virtualização (VM – Virtual Machine). Apesar de possuírem o mesmo fim, os meios são diferentes.

Quer aprender mais sobre as vantagens da tecnologia de containers? Então aproveite a leitura!

1. O que é a tecnologia de Containers

A conteinerização, também conhecida como virtualização baseada em containers, é um método utilizado na implantação e execução de aplicativos distribuídos sem a necessidade de configuração de uma VM completa para cada um deles. Em vez disso, vários sistemas isolados, chamados de containers, são executados em um único host de controle, acessando um único kernel.

Como os containers compartilham o mesmo kernel do sistema operacional, tornam-se mais eficientes do que as VMs, que exigem instâncias separadas.

Cada recipiente mantêm os componentes necessários para executar o software desejado, como banco de dados, variáveis de ambientes e bibliotecas. O sistema operacional utilizado pelo OpenShift, por sua vez, restringe o acesso de cada container a recursos físicos. Com isso, um único container não é capaz de consumir toda a memória e CPU do host disponível.

Os containers representam a evolução natural das implementações de TI, uma vez que contribuem para a redução da necessidade de investimentos em equipes próprias para cuidar de um sistema operacional.

2. Diferenças entre containers e virtualização

Na virtualização, um servidor é configurado para atuar como uma máquina física, tendo um sistema operacional para garantir que um ambiente funcional seja criado. Basicamente, diversos sistemas operacionais independentes são instalados em um único equipamento físico.

A grande diferença para o container é que ele não usa sistemas operacionais. A tecnologia de containers possibilita a criação de blocos independentes que são dedicados às aplicações. Com isso, pode ser feito um disparo diretamente da aplicação. Ou seja: enquanto na virtualização a empresa precisa instalar um sistema operacional para a aplicação rodar, no container apenas a aplicação pode ser instalada.

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3. Principais vantagens da tecnologia de containers

A tecnologia de containers é uma tendência natural para todas as empresas que possuem a otimização como objetivo para tornar o negócio mais competitivo. Quando enxergamos o processo dentro da lógica do container, fica óbvio como ele pode ajudar a resolver problemas, que na maioria das vezes são crônicos. As principais vantagens são:

  • economia com mão de obra: como não há mais a necessidade de instalar e configurar sistemas operacionais, a empresa também não precisa mais de profissionais especializados na instalação, manutenção e atualização deles, liberando força de trabalho para outras tarefas mais importantes;
  • melhora da disponibilidade: a empresa aumenta a disponibilidade do ambiente por não ter mais que realizar o gerenciamento de sistemas operacionais, otimizando também os recursos disponíveis;
  • otimização de processos: como dispensa sistemas operacionais, o foco é unicamente nas aplicações, economizando tempo e outros recursos da empresa;
  • estímulo da prática do DevOps: os containers facilitam a integração entre as equipes de desenvolvimento e operações;
  • redução custos: a tecnologia de containers ajuda a empresa a manter uma infraestrutura mais enxuta.

 

4. Melhores ferramentas

Há dois principais sistemas para se trabalhar com essa tecnologia: Jelastic, focado em projetos pequenos e pessoas físicas, e o Red Hat OpenShift, focado em empresas e projetos Enterprise.

Quando uma empresa opta por trabalhar com a virtualização pura, cria-se uma dependência por profissionais para a realização do monitoramento, controle, manutenções e atualizações de sistemas operacionais Linux e Windows. Quando escolhe adotar uma solução como o Red Hat OpenShift, para utilização de Docker e Containers, a empresa ganha um ambiente pronto, eliminando estas dependências. Por isso, a ferramenta é considerada um grande atalho para empresas que procuram migrar seus ambientes para a tecnologia de containers.

Por exemplo: digamos que você, como gestor de TI, escolha trabalhar com o Windows Server ou qualquer outro sistema operacional para gerenciar as aplicações da sua empresa. Isto vai demandar instalações, configurações personalizadas e gerenciamento, sendo necessário ter profissionais qualificados para a função. Toda a responsabilidade pela implementação e manutenção recai sobre estes profissionais. Mas quando o ambiente é migrado para a tecnologia de containers, usando por exemplo o Red Hat OpenShift dentro de um provedor de cloud, a empresa recebe um ambiente pronto, gerenciado e um suporte técnico mundialmente reconhecido.

Por que escolher o Red Hat OpenShift?

O Red Hat OpenShift é uma ferramenta Enterprise criada para entregar um ambiente personalizável e facilitar o gerenciamento dos containers, mas muitos gestores ainda não o conhecem bem, preferindo começar uma estratégia de conteinerização com a ajuda de sistemas simples, já que a migração para containers já seria um grande avanço para as suas operações.

O problema é que, neste caso, grande parte das vantagens da tecnologia de containers fica comprometida pelo esforço que a empresa precisará dedicar na configuração e gerenciamento. Além disso, a empresa precisará de um ambiente em nuvem ou data center físico que ofereça um nível de segurança mais alto sem correr riscos no processo, o que torna a ferramenta uma solução mais segura.

Outro fator que faz do Red Hat OpenShift um recurso importante é que, hoje, há uma grande desconexão entre as equipes de gerenciamento de ambientes e a de desenvolvimento. A ferramenta deve aproximá-las mais e integrá-las. Isto deve gerar processos baseados no conceito de micro-serviços, o que simplificará as tarefas, reduzirá o consumo de recursos das máquinas e baixará os custos.

Usando o Red Hat OpenShift para montar e gerenciar o ambiente de containers, a empresa passa a ganhar escalabilidade. Por exemplo: se antes a empresa necessitava de 4 GB de memória para realizar as operações de um site, 1 GB disponível no container correspondente passa a ser suficiente para fazer a mesma coisa, sem perder a qualidade.

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5. Como os containers auxiliam no gerenciamento de aplicações

Com ajuda do Rad Hat OpenShift, os desenvolvedores terão a disposição uma das soluções mais avançadas do mercado: o GIT. Ele atua como implementador e realiza versionamento de arquivos, ajudando os profissionais a ter um melhor controle sobre as aplicações e evitando inconsistência quando o ambiente for liberado para uso.

O disparo de arquivos e componentes pode ser automatizado e ficar disponível na rede, facilitando o trabalho de renderizações de imagens e vídeos para blogs, sites, lojas virtuais, etc. Ou seja: um grande volume de conteúdos pode ser disparado automaticamente com o OpenShift e os ajustes, se necessários, podem ser feitos mais tarde.

Como os desenvolvedores conhecem bem o recurso, os processos ganham agilidade e a taxa de adesão por parte dos profissionais envolvidos aumenta, resultando em uma grande vantagem para a empresa.

É preciso, no entanto, lembrar-se sempre de que a tecnologia de containers é diferente de um ambiente de implementação tradicional. Ele é mais voltado para aplicações e visa a facilitação dos processos sem a necessidade de sistemas operacionais para isso.

Entendeu as vantagens da tecnologia de containers? Está pensando em avaliar uma estratégia de migração? Entre em contato com a EVEO agora mesmo e dê o primeiro passo!

Disaster Recovery as a Service — Você já conhece a solução DRaaS?

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Aproximadamente metade dos casos de interrupções nas operações de negócio costumam ser por falhas de software ou de rede, levando à paralisações instantâneas dos sistemas. Isso significa que todas as empresas já vivenciaram esse problema em algum momento de sua existência.

Neste cenário, o Disaster Recovery as a Service (DRaaS) torna-se vital para impedir que tal problema se repita. Ainda não conhece a solução? Descubra tudo sobre o assunto a partir de agora!

O que é Disaster Recovery as a Service (DRaaS)?

O DRaaS consiste na replicação de dados, sistemas e servidores físicos ou virtuais para fornecer acesso rápido em casos de catástrofes de caráter acidental (incêndios, rompimento de fibra, falha no provedor de cloud, etc.) ou natural (inundações, raios, etc.).

A estratégia visa proteger toda a infraestrutura de TI da empresa, criando sistemas resilientes para garantir o uso de servidores, redes e dados mesmo durante o processo de recuperação daquele que foi interrompido. Ou seja, a empresa passa a gerenciar melhor os riscos e reduz os danos e os custos financeiros que podem resultar dessas paralisações, não tendo mais o seu funcionamento interrompido em hipótese alguma.

Como funciona o DRaaS?

A contratação de um serviço de DRaaS é baseado principalmente na quantidade de servidores e espaço em disco consumido por eles. O preço deve variar conforme as necessidades da empresa e só sofre grandes alterações quando é preciso utilizá-lo de fato. Por exemplo: imagine que sua empresa tenha um Data Center local e, por algum motivo, ele sai do ar, ficando inoperante por 5 horas.

Se a operação desse Data Center contar com uma solução de DRaaS ativa, ele passará a funcionar com servidores auxiliares localizados em um Data Center externo, onde fica armazenado o backup em tempo real desses servidores, passando a consumir então memória, banda e CPU, o que resultará em uma cobrança adicional pelo tempo de uso (5 horas) somado à mensalidade fixa do mês em questão.

Já o valor fixo da mensalidade é baseado no espaço, número de servidores e outros recursos que a empresa precise usar para tornar a solução de recuperação de desastres mais eficiente e transparente.

Por exemplo: se a empresa possui servidores que consomem um total de 1 TB de espaço em storage, terá que contratar 1 TB de espaço também dentro da solução de DRaaS, pois todo o conteúdo é replicado e precisará da mesma quantidade de storage consumida. No caso do número de servidores, que podem ser tanto físicos como virtuais, se a empresa utilizar 30 mas quiser replicar apenas 10 que são essenciais e não podem parar nunca, também é possível. Toda a solução pode ser personalizada de acordo com as necessidades da empresa.

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Qual é a diferença entre backup e DRaaS?

O backup, seja físico ou na nuvem, é bem diferente do DRaaS. Conheças as principais diferenças entre eles:

Backup

O backup é baseado na cópia de arquivos em dispositivos físicos (HD externo, pendrives, CDs, computadores etc.) ou na nuvem (servidores virtuais online como o Google Drive, Dropbox, etc.) para garantir o acesso e recuperação quando forem danificados ou perdidos.

No caso do backup na nuvem, os dados podem ser acessados de qualquer lugar, bastando apenas um dispositivo que se conecte à internet.

DRaaS

Enquanto o backup se concentra apenas na cópia e armazenamento de dados, o DRaaS replica sistemas operacionais e de rede, servidores, páginas de internet e o que mais fizer parte da infraestrutura de TI da empresa.

Outra diferença é que no backup os dados precisam ser baixados para serem recuperados, enquanto que no DRaaS entrega-se acessibilidade e disponibilidade em tempo real (ambiente online), sem a necessidade de downloads ou novas configurações.

Por exemplo: considere uma empresa de seguros que tem um Data Center local, com servidores ligados em rede, bancos de dados e sistemas operacionais, tudo mantido internamente. De repente um acidente causa o rompimento da fibra óptica que liga a infraestrutura interna da empresa com a internet, tirando o sistema do ar imediatamente.

Nesse cenário, a empresa tem o seu funcionamento impedido, não conseguindo atender as chamadas dos clientes no momento em que mais precisam, como a solicitação de um guincho, por exemplo. São situações como essa que obrigam as empresas a contarem com o DRaaS.

Ele é tão flexível que mesmo que a sua empresa não tenha uma infraestrutura na nuvem, precisando ou preferindo manter os servidores em um Data Center físico local, ele pode ser adotado como medida de segurança. De forma bem simplista, podemos dizer que é como ter um gerador de energia particular: quando falta luz, é só recorrer a ele.

Quais são as vantagens do Disaster Recovery as a Service?

Além de neutralizar os riscos e reforçar a disponibilidade da infraestrutura de TI da empresa, o DRaaS apresenta outras vantagens. São elas:

A necessidade de investimento é menor

As soluções de Disaster Recovery (DR) existem há muito tempo, mas sempre foram muito caras e apenas grandes empresas utilizavam. O Data Center tinha que ser replicado, literalmente. Ao investir na aquisição de um servidor que custasse R$ 100 mil tinha que se pensar dobrado, comprando 2, multiplicando o custo para manter a estratégia de backup através de DR.

Agora, com os avanços e popularização das tecnologias em nuvem, os planos de Disaster Recovery tornaram-se “as a service” e o custo ficou infinitamente menor, tornando a estratégia mais acessível às empresas de todos os tamanhos. O investimento também ganhou custos mais previsíveis.

Aumenta a disponibilidade da empresa

A maioria das empresas ainda não contam com o DRaaS e nem com um plano de Disaster Recovery comum, ficando reféns de paralisações, deixando de gerar receitas e aumentando os custos no processo. Porém, com o aperfeiçoamento da estratégia e preços mais justos, agora praticamente todas as empresas podem ter um plano de alta disponibilidade em sua infraestrutura de TI, minimizando a quase zero os riscos de terem os seus serviços fora do ar.

Garante a continuidade do negócio

Mesmo tendo benefícios parecidos com um backup em nuvem, o DRaaS se diferencia por manter o negócio funcionando (no ar) automaticamente, apenas trocando os servidores principais por servidores de backup em um Data Center completamente diferente. Isso não pode ser conseguido com um simples backup dos arquivos.

Por exemplo: digamos que o servidor de e-mails da sua empresa teve o sistema operacional danificado e todas as contas de e-mail ficaram inoperantes. Com um backup simples, o analista de infraestrutura precisará ativar e configurar um outro servidor do zero, instalar o sistema operacional, configurar o servidor de e-mails e somente depois baixar as cópias de arquivos — um processo que pode levar muito tempo e deixar a empresa inoperante por todo esse período.

Com o DRaaS isso seria diferente. Como toda a infraestrutura de servidores é replicada em tempo real em um Data Center externo, seria como começar a usar um servidor reserva imediatamente após o principal apresentar problemas, não interrompendo o trabalho de forma alguma.

Servidor Dedicado EVEO

A implementação é relativamente simples

Antigamente montar um plano de Disaster Recovery envolvia um processo complexo e caro, com aquisições de servidores e equipamentos de rede em um segundo Data Center físico, que deixava o investimento inicial custando mais do que o dobro. Hoje, com o DRaaS é bem mais fácil, barato e rápido de ser implementado, afinal, é tudo virtual.

Mas para ter sucesso é bom contar com um parceiro especializado no assunto e ter um apoio profissional, pois se trata de um serviço personalizado e extremamente técnico. Como cada empresa tem uma necessidade específica, não existe uma receita ou um passo a passo que funcione para todas.

Se você se importa com a disponibilidade da empresa 24x7x365, deve incluir o Disaster Recovery as a Service (DRaaS) em suas estratégias de TI.

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