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Afinal, o que é VDI (Virtual Desktop Infrastructure)?

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Mesmo em pequenas e médias empresas, a estrutura de TI utilizada pela equipe afeta boa parte da produtividade e da segurança do sistema. Menos trabalho operacional significa mais trabalho estratégico. Por isso há tanta preocupação por parte dos profissionais em utilizar sistemas operacionais que mantenham os dados da empresa mais protegidos. Um bom exemplo disso, que tem ganho bastante popularidade, é o VDI (Virtual Desktop Infrastructure).

Caso você não conheça o termo, ele se refere à virtualização do sistema operacional do computador, permitindo que sejam criadas várias máquinas virtuais dentro do sistema. A partir disso, cada computador físico usado pela equipe atua como ponto de acesso para o sistema da empresa.

Quer entender melhor essa tecnologia e como ela contribui com o seu negócio? Então acompanhe:

Como funciona o VDI (Virtual Desktop Infrastructure)?

Existem diversas formas de aplicar esse recurso, mas todas elas remontam ao conceito básico de remover o sistema operacional da máquina que o colaborador opera. Dessa forma, ele pode utilizar o sistema a partir de outros aparelhos remotamente. Alguns exemplos de como essa tecnologia é implantada são:

1. Aplicações virtuais com base em host

Todas as aplicações principais ficam hospedadas no data center da empresa, a qual pode ser acessada remotamente pelos colaboradores. Cada cliente de acesso pode ser associado a um usuário e personalizado de acordo com sua função.

2. Hospedagem compartilhada

Nesse caso, o usuário faz uso de uma área de trabalho compartilhada, ou seja, outras pessoas utilizam o mesmo sistema, com uma configuração central base, ao mesmo tempo. Isso significa que todas as mudanças são recebidas e compartilhadas simultaneamente.

Por que ele é útil em sua empresa?

O uso do VDI (Virtual Desktop Infrastructure) não é um supérfluo para a maioria dos negócios, mesmo os pequenos. Aqui estão alguns exemplos de como ele pode beneficiar seu negócio:

1. Centralização de informações

Quando um negócio começa a crescer, é cada vez mais importante que suas informações sejam consistentes para todos os colaboradores. Assim, ter uma central de informações ou um servidor ativo para os dados dos clientes, facilitando o acesso de diversos colaboradores, é muito importante na era da informação e da conectividade.

Dependendo da forma como você aplicar o VDI (Virtual Desktop Infrastructure) em seu negócio, essas informações podem ser compartilhadas entre diferentes usuários facilmente.

2. Mais segurança para os dados

É mais difícil proteger um grande número de máquinas do que apenas uma delas por vez. Por isso, muitos profissionais de TI trabalham para centralizar o sistema da empresa e diminuir a quantidade de computadores que precisam ser administrados individualmente.

Com uma central para processar todos os sistemas empresariais, será mais fácil prevenir o roubo de dados e outras perdas do que seria em aparelhos móveis, notebooks e afins.

3. Possibilidade de posicionamento em nuvem

Como pontuamos sempre aqui no Blog, são diversos os benefícios de se levar uma aplicação empresarial para a nuvem: escalabilidade, performance, disponibilidade e segurança são alguns dos principais valores agregados ao se optar por utilizar um ambiente alocado em data center em detrimento a uma infraestrutura local.

Quando adequamos essa realidade para uma aplicação em VDI, elevamos ainda mais os seus benefícios de operação.

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Como colocá-lo em prática?

A criação de aplicações virtuais em um servidor central não é algo tão recente, havendo bastante recursos e serviços disponíveis. Podemos aqui utilizar como exemplo sistemas de uso contínuo em administração empresarial, como CRM, ERP e SAP, que possuem, na grande maioria das vezes, clientes remotos já adaptados para conversarem com os mais populares protocolos, como é o caso do Microsoft Remote Desktop Services, o RDS.

Convém lembrar sempre da questão do licenciamento, que pode pesar positivamente também. Em alguns casos, o administrador precisará aplicar licenciamento de softwares proprietários, como os bancos de dados Microsoft SQL Server e Oracle, somente em seu servidor central, reduzindo consideravelmente o investimento em um ambiente de múltiplos terminais, no caso de filiais da empresa, por exemplo.

Encontrando semelhança entre o modelo de operação da empresa e o conteúdo aqui apresentado, busque um parceiro de soluções em nuvem e escale sua operação.

Pronto! Com essas informações, você já pode começar a considerar o uso do Virtual Desktop Infrastructure em seu negócio.

Se você quiser tirar mais alguma dúvida antes disso, deixe sua pergunta nos comentários e logo responderemos.

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Quais são os principais motivos que causam indisponibilidades em servidores?

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O sistema está instável? Quem trabalha com TI sabe que quedas e indisponibilidade em servidores são uma dor de cabeça constante. Tudo o que um profissional de TI quer é que ele seja estável, simples de trabalhar e que rode as aplicações com o máximo de disponibilidade possível.

Além disso, o mau funcionamento dos sistemas pode gerar altos custos de manutenções não programadas e prejudicar a produtividade da empresa, trazendo prejuízos e impedindo o crescimento do negócio.

Mas, o que fazer quando os servidores não funcionam corretamente e estão sempre caindo? Calma, primeiro você tem que identificar alguns dos principais motivos que levam a isso, e em seguida conhecer algumas soluções que te ajudarão a resolver de uma vez por todas esse problema.

Se interessou no assunto? Então conheça agora as principais causas e como solucioná-las.

Acidentes e condições climáticas

Muitos sistemas são instalados em servidores físicos que ficam localizados dentro da própria empresa ao invés de um data center ou provedor de nuvem de mercado. No entanto, incêndios, temperatura inadequada e umidade, são algumas das condições que podem danificar equipamentos e comprometer os dados, causando problemas que, às vezes, podem ser irreversíveis.

Sendo assim, a melhor opção nesses casos é migrar toda ou boa parte da infraestrutura de TI para um data center externo ou serviço de infraestrutura na nuvem (IaaS). Isso porque, além de eliminar os problemas relacionados as condições físicas do ambiente, elimina os custos de gerenciamento e manutenção de um data center dentro da própria empresa.

Quando a empresa trabalha com uma infraestrutura de data center físico local o custo é sempre muito superior, pois é necessário ter um plano de reparação de danos e controle do ambiente, além de gastos com hardware, energia elétrica, refrigeração, nobreaks, operadoras de telecom e renovação da garantia de todos os equipamentos. Sendo assim, as vantagens de migrar seu data center local para a nuvem é bastante considerável.

Fornecedores de sistemas

Alguns sistemas são hospedados por empresas terceirizadas e acabamos ficando na mão quando saem do ar. O ideal nesses casos, portanto, é contar com uma equipe que disponha de uma ferramenta de monitoramento em tempo real e identifique imediatamente o problema para que o suporte seja dado o quanto antes.

Assim, a falha poderá ser identificada com mais rapidez e as atitudes para solucionar o problema serão tomadas de imediato, reduzindo o tempo de indisponibilidade do sistema.

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Falha de acesso aos sistemas

Erros de script ocasionam em falhas de acesso ao banco de dados, mesmo que o SQL, por exemplo, esteja íntegro. Muitas vezes, levamos tempo para identificar o problema, e por isso é fundamental utilizar as ferramentas adequadas para agilizar o processo de identificação e correção das falhas.

Perda de banco de dados

Geralmente ocorre por algum problema no servidor de banco de dados, mas a perda também pode indicar a exclusão dos dados acidentalmente ou por algum funcionário mal-intencionado (sim, isso acontece). Nesses casos, é indicado dispor de uma plataforma adequada, que possibilite rastrear todas as alterações realizadas e o que foi perdido, inclusive identificando o responsável.

Ter um sistema ou servidores fazendo um backup diário de todo o ambiente é essencial para a restauração dos dados perdidos.

Problemas de armazenamento

É apontado por grande parte dos profissionais de TI como umas das principais causas de quedas e indisponibilidade em servidores. A redução de desempenho nos sistemas pode estar ligada diretamente a erros na escolha do tipo de armazenamento, como SSD, SAS ou SATA.

Para garantir a integridade dos dados, temos que levar em consideração as falhas operacionais ainda no processo de desenvolvimento. Para isso é importante contar com uma boa ferramenta DevOps, que integra os processos entre desenvolvimento e operação.

Violações de segurança

Todo e qualquer sistema deve estar protegido contra acessos não autorizados e, ainda assim, estamos sujeitos a invasões de hackers que violam a segurança e podem fazer um completo estrago. Nesse caso, é indicado ter um firewall que gerencie as permissões de acesso.

Um sistema que alerte sobre possíveis ameaças e vulnerabilidades também ajuda e, além disso, é preciso reforçar constantemente as políticas de segurança da empresa para que sejam cumpridas.

Vale lembrar que o armazenamento na nuvem facilita a verificação dos requisitos de segurança, visto que os provedores desse serviço são especializados e têm uma preocupação constante com o assunto — aqui você conhece um passo a passo para fazer uma migração para a nuvem.

Falhas humanas

É bastante comum os usuários e, até mesmo, os próprios profissionais de TI cometerem erros, seja no uso inadequado de uma ferramenta ou no desenvolvimento e suporte aos sistemas. Essas falhas podem gerar conflitos, corromper dados, afetar a segurança e comprometer completamente um sistema, uma rede, ou servidor.

Sendo assim, reforçar as políticas de segurança da empresa e criar uma cultura de bom uso dos sistemas e equipamentos, com treinamento adequado, reduz significativamente as falhas, evitando incidentes que comprometem o funcionamento dos servidores.

Mudanças excessivas

Muitas mudanças ao mesmo tempo podem comprometer a janela de manutenção de um servidor e ocasionar problemas durante a execução das tarefas. Isso acaba gerando um retrabalho e fica muito mais difícil para resolver com o curto tempo disponível.

Por isso, planejar o tempo de manutenção e programar as mudanças necessárias de acordo com o tempo disponível é fundamental para evitar transtornos futuros que comprometam o funcionamento dos servidores.

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Manutenções não planejadas

Você pode imaginar que algumas solicitações não planejadas podem ser simples de serem realizadas, e por isso, não há necessidade de seguir os procedimentos. Contudo, isso é um erro, pois a maioria dessas ações pode não interferir no funcionamento do servidor, mas um só erro pode trazer graves consequências e se tornar um enorme problema.

Por isso não fuja das regras, e se não houver regras claras sobre o planejamento das manutenções, é necessário que sejam criadas e documentadas. Assim, os riscos são controlados e a probabilidade de algo inesperado acontecer é muito menor.

Falta de monitoramento

Monitorar o ambiente do data center é fundamental, pois a falta de monitoramento também é uma das principais causas de quedas e indisponibilidade em servidores. Um dos principais objetivos desse acompanhamento é a redução de downtime. Por meio disso é possível prevenir falhas e resolver problemas em menos tempo.

Fatores como temperatura e umidade devem ser automatizados. Outros aspectos como o consumo de espaço em disco, uso de memória e desempenho do processador devem emitir alertas com antecedência, prevendo uma possível falha e indicando uma ação necessária.

Também é importante calcular as IOPS para determinar se a performance necessária aos sistemas utilizados está sendo atendida. Essa é uma maneira eficaz de determinar se o desempenho atende satisfatoriamente a demanda.

Com o monitoramento adequado, é possível até identificar os impactos em caso de downtime, sem falar que, uma empresa que passa menos tempo parada, reduz seus custos e aumenta sua eficiência. Nesse sentido, existem provedores de cloud computing que fazem upgrade em minutos e restabelecem o pleno funcionamento dos servidores.

Agora que você já conheceu as principais causas de quedas e indisponibilidade em servidores e as soluções aplicáveis a cada problema, que tal assinar nossa newsletter para receber mais informações sobre o assunto?